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Situação do continente Africano na pandemia: entenda!

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Internacional

Desde que o coronavírus começou a se espalhar pelo mundo, os países tomaram atitudes diversas para reduzir a taxa de contaminação. Mas o que aconteceu na África? Entenda a situação do continente africano na pandemia.

O desenvolvimento da doença
Quando a pandemia mostrou seus primeiros sinais, ainda no ano passado, grandes líderes mundiais demonstraram preocupação com a situação do continente africano. Afinal, trata-se de uma região com recursos limitados.
Entretanto, para surpresa de todos, a África tem mostrado uma resposta diferente da prevista, com índices de contaminação e mortes muito menor do que visto em países como o Brasil, que tem uma população menor.
Os cientistas ainda estudam uma explicação para o baixo desenvolvimento da doença, e já conseguem elencar alguns fatores que podem impactar na situação.

Além de ter uma população mais jovem, a África passou recentemente pela epidemia do Ebola, o que fez com que os países tivessem planos emergenciais prontos.

A situação do continente africano na pandemia também não é tão grave pelo contato das pessoas com o exterior menor do que vemos em outras regiões.

Como fica o turismo no continente
Se a situação do continente africano na pandemia é surpreendentemente positiva, muita gente tem voltado sua atenção para os atrativos turísticos que a região oferece.
Os brasileiros, motivados pela alta do dólar e pelas restrições de viagens aos destinos mais famosos, começaram a perceber as possibilidades oferecidas pela África.
A maioria dos países do continente apresenta restrições moderadas quanto à entrada de turistas, o que faz com que haja a exigência da apresentação de resultado negativo para o teste de Covid-19 e quarentena de alguns dias na chegada ao destino.

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Apesar disso, a situação do continente africano na pandemia permite que o turismo aconteça, ainda que tenha algumas adaptações.

Viajar para a África é possível?
Se você está pensando em viajar para a África e conhecer todas as belezas do local, saiba que essa é uma possibilidade.

Destinos como Egito, África do Sul, Etiópia e Zimbábue são alguns dos países que estão abertos aos turistas com restrições moderadas.

Já a Angola, que é um país com maior procura dos turistas, está com uma situação mais controlada.

Mas o setor de turismo mostra que é possível lidar com as restrições: os melhores hotéis em Benguela, por exemplo, utilizam medidas de proteção sanitária que colocam os turistas em uma condição de baixo risco.

O que saber antes de viajar para a África?
Além de ter certeza sobre a situação do continente africano na pandemia, é importante que o turista brasileiro se atente para alguns detalhes antes de embarcar em uma viagem.

O primeiro deles é o visto de entrada. Os maiores países da África não exigem um visto específico dos moradores do Brasil, mas existe uma parcela grande de destinos que solicita a apresentação da liberação de entrada.

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A melhor forma de saber se o seu destino precisa ou não de visto é pelo Portal Consular do Itamaraty. Basta acessar o site e identificar o país que você pretende visitar para visualizar as informações.

Além disso, o continente africano exige o certificado internacional de vacina, que atesta que o turista foi vacinado contra a febre amarela.

Se você já foi vacinado, pode solicitar seu certificado pela internet. Para aqueles que não foram, a dica é fazer a solicitação no momento da vacinação, na agência de saúde.

Por fim, tenha em mente que apesar da situação do continente africano na pandemia ser positiva, é preciso tomar todos os cuidados para diminuir os riscos para você e para os outros.

Dessa forma, sua viagem será um momento para acumular boas lembranças e fazer uma imersão cultural – coisas que o continente africano tem experiência em oferecer.

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Incêndio em fábrica de alimentos deixa pelo menos 43 mortos em Bangladesh

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Um incêndio em uma fábrica de alimentos e bebidas de Bangladesh matou pelo menos 43 pessoas, deixando dezenas desaparecidas, segundo boletim divulgado pela polícia nesta sexta-feira.

O incêndio, registrado numa fábrica em Rupganj, próximo a Daca, teve início nessa quinta-feira e continua ativo 24h depois.

De acordo com a Folha de São Paulo, há pelo menos 30 feridos na ocorrência, dentre eles trabalhadores que precisaram pular das janelas para sobreviver.

Os incêndios são comuns em fábricas de Bangladesh, segundo a Folha, em razão do descumprimento das normas de segurança.

No mês de fevereiro de 2019, pelo menos 70 pessoas morreram em um incêndio de grandes proporções em um prédio residencial em Daca. No local havia produtos químicos sendo armazenados de forma ilegal.

Em abril de 2013, uma oficina de confecção desabou como um castelo de cartas, deixando 1.138 mortos no local.

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