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Sindicato pede suspensão das aulas em escolas particulares do PI: ‘há surto de Covid-19’

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O Sindicato dos Professores e Auxiliares da Educação do Piauí (Sinpro) pediu ao Ministério Público do Trabalho (MPT) que as aulas presenciais no estado fossem suspensas. O procurador Ednaldo Brito esteve em reunião no último domingo (21) com o Comitê de Operações Emergenciais (COD) e pediu ao órgão dados oficiais de casos confirmados sobre a Covid-19 nas escolas.

O presidente do Sinpro, Jurandir Soares, informou que há um surto de Covid-19 nas escolas. Dois professores de escolas particulares morreram por causa da doença durante as aulas presenciais.

“Os professores estão todos em pânico. Estamos pedindo a suspensão de 15 dias apenas das aulas presenciais, continuando no modelo remoto. Os professores, na verdade, nunca pararam”, disse ao G1 o professor Jurandir.

A informação do Sinpro é que o número de alunos infectados pelo novo coronavírus quadruplicou em escolas do Piauí entre os dias 10 e 18 de março. No mesmo período, houve mais de 50 professores e auxiliares com a Covid-19.

Ainda segundo Jurandir, os dados se referem a apenas 75 escolas particulares do estado – do total de mais de 400 existentes. “Ou seja, há uma grande subnotificação desses casos. Por isso a gente afirma: há sim um surto de Covid-19 nas escolas”, disse.

Sindicato pede suspensão das aulas em escolas particulares: 'há surto de Covid-19', diz presidente
Surto de Covid-19 nas escolas | Foto: TV Clube
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Representantes do MPPI participam de workshops do CNJ sobre Primeira Infância

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A coordenadora do Centro de Apoio Operacional de Defesa da Infância e Juventude (CAODIJ), Sílvia Reis, e a promotora de Justiça Joselisse Nunes de Carvalho, titular da 45ª PJ, participaram de workshops do Seminário do Pacto Nacional Pela Primeira Infância – Região Nordeste, organizado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Durante solenidade de abertura, o MPPI realizou a adesão ao Pacto Nacional pela Primeira Infância.

Ocorrido na quinta e sexta-feira, dias 15 e 16, o evento é uma ação integrante do projeto “Justiça Começa na Infância: fortalecendo a atuação do sistema de justiça na promoção de direitos para o desenvolvimento humano integral” que busca conhecer a realidade dos estados da Região Nordeste e aperfeiçoar o diálogo entre os operadores do direito, as equipes técnicas e os demais profissionais da rede sobre a importância do Marco Legal da Primeira Infância, fomentando a implementação da prioridade absoluta prevista no artigo 227 da Constituição Federal.

(Promotora de Justiça Joselisse Nunes de Carvalho durante apresentação)

No 1º dia de evento, a promotora de Justiça Joselisse Nunes de Carvalho apresentou experiências acerca do fluxograma que orienta o atendimento às crianças e adolescentes em situação de trabalho infantil e de rua, assim como garantir a efetiva proteção de direitos. A exposição ocorreu durante o workshop 2 – prevenção e enfrentamento da violência na primeira infância.

(Coord. do CAODIJ, Sílvia Reis)

Já na sexta-feira, a coordenadora do CAODIJ realizou a moderação do workshop 1, em que foi debatido a garantia do direito à convivência familiar entre filhos e pais privados de liberdade. Participaram como debatedores o juiz auxiliar do Departamento de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e do Sistema de Execução de Medidas Socioeducativas do CNJ, Antônio Carlos Castro Tavares; a pesquisadora do Instituto Brasiliense de Direito Público, Carolina Costa Ferreira; e o psicólogo da Associação Brasileira Terra dos Homens, Raum Batista. Ao final, ocorreu apresentação da campanha #SerfamílianãoéCrime.

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“Hoje é um momento muito importante de troca de conhecimentos, em que podemos efetivamente contribuir para a questão do direito à convivência familiar e para o cumprimento do marco legal da primeira infância. Sabemos do valor da família e como a criança tem esse direito à convivência familiar e comunitária, assim como todos os direitos fundamentais presentes no artigo 227 da Constituição Federal, seja este o direito ao respeito, à liberdade e à dignidade”, pontuou Sílvia Reis durante o momento.

O evento contou com dez workshops temáticos através do canal CNJ no youtube e já se encontram disponíveis.   

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