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Kits de intubação

Sesapi garante kits de intubação para pacientes internados com COVID

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O estado do Piauí através da Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi), verificando a situação que a rede estadual de saúde vem enfrentando devido a pandemia de Covid-19 e a alta demanda por unidades de terapia intensiva para tratamento dos casos mais graves da doença, vêm garantindo um estoque de medicamentos do chamado kits intubação, conjunto de medicamentos que são essenciais para garantir que o paciente permaneça sedado com segurança durante sua estadia em um leito de UTI com o uso do respirador.

Através de aquisição com recurso estadual o estado vem mantendo um estoque dos medicamentos que são utilizados para realizar o procedimento de intubação de forma correta e segura.

O Superintendente de gestão da rede de média e alta complexidade da Sesapi, Alderico Tavares, explica que sem os medicamentos é impossível realizar o tratamento adequado para os pacientes mais graves, que necessitam de suporte ventilatório, que são necessários para melhorar as trocas gasosas.

O Secretário de Estado da Saúde destaca que desde o início da pandemia, o número de leitos de UTI existentes no estado foi aumentado e atualmente a quantidade supera o maior número que foi atingido ano passado. Devido a isso o consumo desses insumos aumentou, exigindo assim um trabalho mais árduo da Sesapi para garantia desses medicamentos aos pacientes que estão em leitos de unidade de terapia intensiva devido ao novo coronavírus.

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“Todo esse aparato de UTI presente na rede estadual nos remete a obrigação de garantir os medicamentos todos os dias para suprir as necessidades dos pacientes. O Estado tem mantidos seus estoques e aderiu também a um sistema de registro de preço nacional, que permitiu a compra de uma grande quantidade de medicamentos desse tipo, garantindo assim um estoque”, fala o secretário.

O gestor destaca que o estoque do estado hoje tem quantidade para durar 15 dias, contando ainda com uma reserva técnica para qualquer emergência que se apresente. “O Ministério da Saúde optou por fazer uma requisição administrativa, trazendo para o ministério toda a produção de medicamentos das empresas farmacêuticas correspondente aos medicamentos do chamado kit intubação. Em razão dessa decisão do ministério, os estados enviaram ao órgão federal a sua necessidade desses insumos, o ministério já deu uma resposta para o Piauí e deveremos estar recebendo por esses dias mais medicamentos para os nossos estoques”, disse o secretário.

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Defensoria passa a adotar ferramenta para inclusão em postagens nas redes sociais

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Instituição quer garantir maior acessibilidade

A Defensoria Pública do Estado do Piauí passa a adotar em suas redes sociais a hashtag #PraTodosVerem, alternativa tecnológica inclusiva que visa proporcionar acessibilidade com foco inicial nas pessoas com deficiências visuais, mas estendendo-se às demais deficiências.

Uma abordagem mais ampla da #PraCegoVer, criada pela professora baiana Patrícia Braille, especialista em educação especial na perspectiva da educação inclusiva, a #PraTodosVerem não se limita a inclusão apenas de pessoas cegas, mas a todos os usuários das redes, estimulando o uso de descrição de imagens o que permite a captação do que está inserido na imagem postada, tendo em vista que traz uma descrição do que contém na foto ou arte postada.

A descrição feita a partir da hashtag tem que adotar algumas especificidades como, por exemplo, descrever o que contém na imagem seguindo a sequência da escrita e leitura ocidental, isto é, da esquerda para direita e de cima para baixo, tendo antes descrito do que se trata, se é foto, desenho, charge, tirinha, ilustração etc. Nas redes sociais essa ferramenta já vem sendo usada por empresas e instituições, a exemplo do Conselho Nacional de Justiça, que buscam proporcionar maior acessibilidade e interação com o público que desejam atingir.

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O presidente da Escola Comradio e Instituto ILEVE, Iraildon Mota, que coordena no Piauí o projeto Mulheres de Visão, fala mais sobre a utilização da hashtag. “Nós usamos a #ParaTodosVerem porque falamos para todos, não apenas para os cegos ou para um grupo específico de pessoas. Com as tecnologias atuais, pessoas com baixa visão, com 30% ou menos no melhor olho, além de pessoas com deficiências mentais e físicas, podem usar a descrição de imagens estáticas ou audiodescrição”, informa, acrescentando que a limitação da descrição aos cegos seria algo como “sugerir um produto análogo, por exemplo, à “moda plus size” ou “macarrão sem glúten” – todos poderiam entender, mas se tornaria muito específica, ou somente para os cegos”.

Sobre a iniciativa da Defensoria Pública, Iraildon Mota afirma que “quando se toma a atitude de adotar a descrição de imagens nas redes sociais, não é apenas uma decisão comunicacional, mas uma ação concreta de respeito com as pessoas com deficiência visual. No mundo cada vez mais imagético isso reforça o quanto há possibilidades de se incluir agregando valor à comunicação e dando um grande exemplo para a sociedade. A Defensoria Pública do Estado do Piauí se torna protagonista com está iniciativa e serve como estimulo para outras instituições”.

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O defensor público geral Erisvaldo Marques, afirma que a adoção da hashtag é mais uma alternativa de inclusão adotada pela Defensoria Pública. “A Defensoria Pública trabalha em todos os segmentos na seara dos Direitos Humanos, procurando cada vez chegar mais próximo das pessoas, independente de suas limitações. Entendemos que a acessibilidade no meio digital ajuda a quebrar as barreiras de acesso à informação, tanto para os que têm algum tipo de deficiência visual, como outros tipos de deficiências. Assim, optamos por aderir a essa ferramenta visando tornar a nossa instituição cada vez mais acessível. Nesse contexto, a Defensoria Pública já tem trabalhado parcerias, como a desenvolvida com a Escola Comradio, por meio do Projeto Mulheres de Visão, que também nos serve de inspiração para a adoção dessa prática. É sempre interesse da Defensoria colaborar para o desenvolvimento de ações que busquem garantir a cidadania dos que são marginalizados e vítimas do preconceito”, afirma.

Fonte: Governo PI

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