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Sequestradores da Nigéria ameaçam vender adolescentes como escravas

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Jovens de 16 e 18 anos foram sequestradas há 20 dias, em uma escola. Algumas estudantes já teriam sido vendidas pelo equivalente a R$ 30.

O grupo radical islâmico Boko Haram, que atua na Nigéria, confirmou, nesta segunda-feira (5), o sequestro de 230 estudantes, três semanas atrás. E ameaçou vender as adolescentes como escravas.

No vídeo, Abubakar Shekau, chefe do grupo muçulmano radical, fala em tom messiânico: “Deus me instruiu a vendê-las, elas agora são propriedade dele e nós vamos levar adiante suas instruções”.

As jovens, com idades entre 16 e 18 anos, foram sequestradas há 20 dias, quando faziam prova em uma escola na cidade Chibok, no nordeste da Nigéria. Há 12 anos, a região é alvo de ataques do grupo Boko Haram, nome que pode ser traduzido como “a educação ocidental é um pecado”. Os fundamentalistas querem estabelecer a lei islâmica no país e são contra a educação de mulheres. Duas mil pessoas já morreram em ataques a igrejas cristãs e escolas.

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Algumas estudantes já teriam sido vendidas pelo equivalente a R$ 30. Elas são obrigadas a se casar. Segundo agências internacionais, algumas já foram levadas para outros países da África, o que dificulta ainda mais o resgate.

O sequestro provocou revolta mundial. Na internet, milhares de pessoas protestaram nas redes sociais. No fim de semana, houve manifestações no exterior, como em Washington. Nesta segunda-feira, famílias das jovens protestaram em Lagos, a cidade mais populosa da Nigéria. Elas acusam o governo de omissão.

“Eles só falam mentiras. Ninguém foi lá até agora procurar por elas”, acusou uma mãe.

O presidente Goodluck Jonathan prometeu trazê-las de volta, mas reconheceu que ainda não sabe nem o número certo, nem a identidade de todas as jovens sequestradas.

 
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Situação do continente Africano na pandemia: entenda!

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Desde que o coronavírus começou a se espalhar pelo mundo, os países tomaram atitudes diversas para reduzir a taxa de contaminação. Mas o que aconteceu na África? Entenda a situação do continente africano na pandemia.

O desenvolvimento da doença
Quando a pandemia mostrou seus primeiros sinais, ainda no ano passado, grandes líderes mundiais demonstraram preocupação com a situação do continente africano. Afinal, trata-se de uma região com recursos limitados.
Entretanto, para surpresa de todos, a África tem mostrado uma resposta diferente da prevista, com índices de contaminação e mortes muito menor do que visto em países como o Brasil, que tem uma população menor.
Os cientistas ainda estudam uma explicação para o baixo desenvolvimento da doença, e já conseguem elencar alguns fatores que podem impactar na situação.

Além de ter uma população mais jovem, a África passou recentemente pela epidemia do Ebola, o que fez com que os países tivessem planos emergenciais prontos.

A situação do continente africano na pandemia também não é tão grave pelo contato das pessoas com o exterior menor do que vemos em outras regiões.

Como fica o turismo no continente
Se a situação do continente africano na pandemia é surpreendentemente positiva, muita gente tem voltado sua atenção para os atrativos turísticos que a região oferece.
Os brasileiros, motivados pela alta do dólar e pelas restrições de viagens aos destinos mais famosos, começaram a perceber as possibilidades oferecidas pela África.
A maioria dos países do continente apresenta restrições moderadas quanto à entrada de turistas, o que faz com que haja a exigência da apresentação de resultado negativo para o teste de Covid-19 e quarentena de alguns dias na chegada ao destino.

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Apesar disso, a situação do continente africano na pandemia permite que o turismo aconteça, ainda que tenha algumas adaptações.

Viajar para a África é possível?
Se você está pensando em viajar para a África e conhecer todas as belezas do local, saiba que essa é uma possibilidade.

Destinos como Egito, África do Sul, Etiópia e Zimbábue são alguns dos países que estão abertos aos turistas com restrições moderadas.

Já a Angola, que é um país com maior procura dos turistas, está com uma situação mais controlada.

Mas o setor de turismo mostra que é possível lidar com as restrições: os melhores hotéis em Benguela, por exemplo, utilizam medidas de proteção sanitária que colocam os turistas em uma condição de baixo risco.

O que saber antes de viajar para a África?
Além de ter certeza sobre a situação do continente africano na pandemia, é importante que o turista brasileiro se atente para alguns detalhes antes de embarcar em uma viagem.

O primeiro deles é o visto de entrada. Os maiores países da África não exigem um visto específico dos moradores do Brasil, mas existe uma parcela grande de destinos que solicita a apresentação da liberação de entrada.

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A melhor forma de saber se o seu destino precisa ou não de visto é pelo Portal Consular do Itamaraty. Basta acessar o site e identificar o país que você pretende visitar para visualizar as informações.

Além disso, o continente africano exige o certificado internacional de vacina, que atesta que o turista foi vacinado contra a febre amarela.

Se você já foi vacinado, pode solicitar seu certificado pela internet. Para aqueles que não foram, a dica é fazer a solicitação no momento da vacinação, na agência de saúde.

Por fim, tenha em mente que apesar da situação do continente africano na pandemia ser positiva, é preciso tomar todos os cuidados para diminuir os riscos para você e para os outros.

Dessa forma, sua viagem será um momento para acumular boas lembranças e fazer uma imersão cultural – coisas que o continente africano tem experiência em oferecer.

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