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Presídio registra segunda morte de detento em um dia

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Brasília – Foi confirmada há pouco a morte de mais um preso no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís, no Maranhão. Sildener Pinheiro Martins tinha 19 anos e morreu vítima de golpes de chuço durante briga de integrantes de uma mesma fação criminosa. Chuços são paus que têm uma ponta de ferro aguda semelhante a uma lança e podem ser fabricados pelos próprios detentos com objetos pontiagudos. De acordo com a Secretaria de Estado de Justiça e Administração Penitenciária (Sejap), o crime também está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios.

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O jovem morto estava no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Pedrinhas, que está sob segurança da Polícia Militar. Depois que uma rebelião no presídio deixou nove mortos e 20 feridos, 60 policiais militares foram enviados para aumentar a segurança. Atualmente 2.196 detentos estão presos no complexo penitenciário, que tem capacidade para 1.770 pessoas. Segundo o Conselho Nacional de Justiça, somente em 2013 foram registradas 60 mortes nos presídios maranhenses, incluindo três decapitações.

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Na madrugada de hoje, o detento Josivaldo Pinheiro Lindoso, de 35 anos, foi encontrado morto em uma cela de triagem com sinais estrangulamento. Mais quatro presos dividiam o espaço com Josivaldo. Ele estava foragido e foi novamente preso na terça-feira (31), após a Justiça emitir mandado de prisão. Pelo crime de roubo, foi preso em abril de 2009 e não retornou do indulto de Natal de 2012, quando recebeu o benefício. Sua pena era seis anos.

A morte de Josivaldo não pôde ser evitada pelo reforço policial enviado a Pedrinhas, pois o centro de triagem é um local provisório e tem a guarda de agentes da própria penitenciária. De acordo com a Sejap, o detento costuma ficar no centro de triagem de dois a três dias para que seja avaliado o melhor local para enviá-lo. A administração de presídios busca sempre evitar que criminosos de facções rivais sejam alocados em locais próximos.

Edição: Fábio Massalli

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Ciro Nogueira anuncia fechamento das fronteiras aéreas do Brasil para seis países por causa da variante Ômicron

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O Brasil vai fechar as fronteiras aéreas para seis países da África em razão da nova variante ‘Ômicron’ – do coronavírus, que foi detectada esta semana. A informação foi dada nessa sexta-feira pelo ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira.

A nova cepa representa um desafio para cientistas, que ainda não sabem se possíveis mudanças da variante podem ser mais transmissíveis ou mortais. Por enquanto, descobrir se ela poderá provocar um impacto na saúde pública pode levar algum tempo.

A cepa foi detectada nos últimos dias na África do Sul, chamando a atenção de cientistas e de todo o mundo em razão da sua quantidade e da variedade de mutações, sendo que algumas delas são consideradas inéditas.

A variante Ômicron está se espalhando com rapidez pelo país africano. Ela caminha para, em duas semanas, se tornar dominante, pouco depois de uma forte onda provocada pela cepa Delta no país.

Na noite de ontem, o ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, fez o anúncio de que o país vai fechar as fronteiras com seis países da África, a partir da próxima segunda-feira.

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“O Brasil fechará as fronteiras aéreas para seis países da África em virtude da nova variante do coronavírus. Vamos resguardar os brasileiros essa nova fase da pandemia naquele país. A portaria será publicada amanhã e deverá vigorar a partir de segunda-feira”, disse o ministro.

Segundo ele, a decisão tem a participação dos ministérios de Infraestrutura, Saúde e Justiça. A decisão vai atingir os passageiros oriundos da África do Sul, Botsuana, Eswatini, Lesoto, Namíbia e Zimbábue.

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