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Após liberação de gravações, Governo deve substituir comando da Polícia Federal

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Um novo nome está sendo procurado pelo governo para assumir a diretoria-geral da Polícia Federal dentro de 30 dias.
Houve perda de confiança do Planalto no atual diretor, Leandro Daiello, com a liberação da gravação telefônica, feita entre Lula e a presidente Dilma.
Segundo os investigadores, a gravação revela uma tentativa da presidente de evitar a prisão do ex-presidente Lula por Sérgio Moro.
Uma missão foi repassada ao novo ministro da Justiça, Eugênio Aragão: levar à presidente nas próximas semanas um novo nome para comandar a Polícia Federal.
Apesar da indicação, cabe a presidente Dilma a nomeação ao cargo. De acordo com a legislação, o cargo de diretor-geral da PF é parte do mais alto nível da carreira, quadro chamado de classe especial.
Aragão vai precisar apontar um nome em meio aos delegados, um que seja capaz de aceitar a missão em face aos desgastes do atual cenário político nacional.
O momento é considerado crucial, pois aponta o ex-presidente como investigado na operação Lava Jato.

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O comportamento da Polícia Federal

O comportamento da polícia tem sido criticado duramente por Lula e por setores do partido e do governo. A liberação das gravações foi o estopim para o governo e Lula tomarem as medidas contra a PF.
O governo diz que é necessário ter alguém que seja da sua confiança no controle nas ações da Polícia.
A Folha de São Paulo entrevistou Aragão no último sábado (19). Ele foi polêmico ao dizer que trocaria toda a equipe da PF caso haja vazamentos de informações.
Em meio às informações, ele disse que Daiello não estava garantido no comando da PF.
Edição e postagem: Denison Duarte
Com informações da Folha de São Paulo

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Deputado Átila Lira é agraciado com a medalha do Mérito ABMES da Educação Superior

A honraria foi entregue na realização do Seminário ABMES | O futuro da educação superior em debate: os próximos 40 anos

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átila lira medalha mérito abmes

Para celebrar os 40 anos da fundação da ABMES (Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior), foi realizado na manhã de 9 de agosto de 2022, seminário híbrido especial com o tema “O futuro da educação superior em debate – os próximos 40 anos”. Com a mediação de Celso Niskier, os convidados debateram sobre os desafios e as perspectivas para o setor educacional, considerando o cenário econômico e político do país. Na ocasião, o presidente da Câmara de Educação Superior do CNE, José Joaquim Neto, falou sobre o futuro e as tendências da regulação do ensino superior brasileiro.

Em seguida, o Deputado Federal Átila Lira (PP) fez uma análise do cenário político brasileiro, considerando que este é um ano eleitoral e trazendo perspectivas em relação a políticas públicas para o setor.

“Nosso desafio será trabalhar a escola moderna e saber como esses jovens terão acessos a essa modernização. Nosso país é rico, porém, pobre na divisão, então, precisamos pensar como os não escolarizados irão ter acesso a tecnologia”, debate o deputado.

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Por fim, Rosa Maria D’Amato De Déa, reitora da Unigran Educacional, levou a visão das instituições de educação superior para o debate, apontando os desafios e os anseios do dia a dia das IES.

A programação contou ainda com a solenidade de outorga do Mérito ABMES da Educação Superior, ocasião na qual o grão-mestre da Ordem do Mérito ABMES de Educação Superior, Celso Niskier, condecorou os três palestrantes do evento: Joaquim Neto, Átila Lira e Rosa Maria D’Amato De Déa.

“Gratidão por esse reconhecimento! Trabalhar pela educação foi uma missão que assumi com muita determinação, pois acredito no seu poder transformador.”, agradeceu o deputado Átila Lira.

Estiveram presentes prestigiando o deputado seu filho Átila Filho e sua esposa Sra. Graça Melo Lira.

Fotos: Ascom

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