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11 de dezembro de 2017

PF descobre mais de cem beneficiários fantasmas em fraude do INSS; rombo é de R$ 1,2 mi por ano


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FRAUDE NA PREVIDÊNCIA SOCIAL- A Polícia Federal deu início nesta terça-feira (5) à Operação Fantôme com o objetivo de investigar crimes previdenciários em Teresina. Outras cidades no Maranhão são também alvo da operação como Codó, Timbiras, Coroatá, Presidente Dutra e São Luís.

Estão previstos na execução da operação o cumprimento de 14 mandados judiciais, como também a suspensão do pagamento de 109 ‘benefícios fantasmas’, cujo prejuízo anual é de R$ 1, 2 milhão.

Em meio aos mandados estão dois de prisão preventiva e 12 de busca e apreensão e também sequestro de bens imóveis e veículos que se encontram em poder dos que estão na mira da investigação.

A investigação, iniciada em 2012, possibilitou a descoberta de um esquema criminoso de falsificação de documentos públicos que objetivavam a concessão irregular de benefícios e Amparo Social ao idoso e a pessoas fictícias, como também do recebimento impróprio de benefícios da Previdência após o falecimento do titular.

“A organização criminosa contava com um funcionário de uma instituição bancária em Timbiras e outro da agência dos Correios em Codó. Essas pessoas eram responsáveis pela abertura de contas correntes, realização da prova de vida e renovação de senha bancária. Fazia parte, ainda, um servidor do INSS, atualmente aposentado, além de intermediários e agenciadores”, informou a Polícia Federal ao G1.

No geral o prejuízo deixado pela quadrilha alcança R$ 10,2 milhões, valor que gira em torno de R$ 1,2 milhão por ano.

Os investigados presos serão indiciados pelos crimes de estelionato previdenciário, organização criminosa e lavagem de capitais.

Fizeram parte da operação 50 policiais federais, dois servidores da área de Inteligência Previdênciária e a Assessoria de Pesquisa Estratégica e Gerenciamento de Riscos (APEGR).

O nome Fantôme, na tradução da língua francesa significa ‘fantasma’, em alusão ao esquema criminoso cujo modus operandi seria a utilização de pessoas fictícias, criadas apenas para que o verdadeiro autor não aparecesse nas operações fraudulentas.

Fraude na Previdência Social | Foto G1

operação fantôme

Radar Financeira

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