Gonçalo Amarantino, conhecido como Pelé Branco, morreu nesta quarta-feira (25), aos 70 anos, em Juazeiro do Norte (CE). A causa da morte foi parada cardíaca. Natural de Amarante, no Piauí, ele era uma figura reconhecida por sua trajetória no futebol e na docência.
Pelé Branco havia completado 70 anos no dia 10 de janeiro deste ano. Ele residia em Juazeiro do Norte há pouco tempo.
Trajetória de Pelé Branco no futebol e docência
Formado em Matemática e Direito, Gonçalo Amarantino atuou como funcionário público aposentado do estado do Maranhão, lotado em Imperatriz. Na cidade maranhense, lecionou por muitos anos disciplinas como Matemática, Química e Biologia, inclusive em colégios particulares.
No âmbito pessoal, Pelé Branco era divorciado e deixa três filhos. Sua paixão pelo futebol marcou sua vida, sendo considerado um dos jogadores mais habilidosos que Amarante já teve. Ele defendeu clubes como Bangu Esporte Clube de Amarante e Amarantino Futebol Clube, além de integrar a Seleção de Amarante. Como jogador profissional, atuou pelo River, de Teresina, e pelo Imperatriz (MA).
O ex-atleta também participou por duas vezes dos Jogos de Confraternização Fim de Vida e Pé na Cova, onde foi homenageado. Segundo Antonio Ribeiro, conhecido como Tota, Pelé Branco foi um dos maiores jogadores que ele conheceu. “Com o futebol que ele tinha, certamente hoje jogaria em qualquer time do Brasil. Naquela época, em Amarante, não tinha como divulgar (esses talentos). A partida dele é, sem dúvida, uma perda muito grande!”, pontuou Tota.
A saúde de Pelé Branco estava fragilizada há cerca de dois anos. Ele era irmão da esposa de José Maria da Costa, o Papagaio (Paguila).
O velório de Gonçalo Amarantino ocorre no Parque Anjo da Guarda, no Bairro Novo Juazeiro, em Juazeiro do Norte. O sepultamento está previsto para esta quinta-feira (26).

Colaboração: Bebeto Soares
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