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Município de São Paulo adota protocolo próprio para tratamento da Covid-19 com uso da hidroxicloroquina

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A cidade de Porto Feliz, que fica no interior de São Paulo, adotou um protocolo específico para o tratamento da Covid-19. A junção de alguns medicamentos tem sortido efeito positivo em até 48 horas, ainda no início dos sintomas da doença.

O protocolo necessariamente tem que ser aplicado na fase inicial. No município, quem tiver os primeiros sintomas deve procurar uma unidade de saúde com a finalidade de começar o tratamento o mais cedo possível para evitar agravamento.

“Ele consta o seguinte: a hidroxicloroquina, azitromicina, enoxaparina e um anti-inflamatório para ser tomado cinco dias, ainda na fase inicial da doença”, explicou o prefeito Antonio Cassio Habice Prado.

Em todo o município de Porto Feliz, em cerca dos 1700 casos confirmados por exame específico ou por imagem dos pulmões, apenas três pacientes morreram. “Todos os pacientes que iniciam o nosso serviço precocemente têm uma evolução muito boa com melhora rápida dos sintomas. Após as primeiras 48h já não existem mais febre e o paciente já melhorou da dispneia, tosse e acaba o tratamento sem nenhuma intercorrência”, afirmou a médica intensivista, Ana Paula Melo dos Santos.

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Cerca de 1500 pessoas que tiveram contato com outras pessoas infectadas pelo novo coronavírus e fizeram o uso do medicamento ivermectina. Segundo prefeito, nenhum deles evoluiu para a doença. “Nós também fazemos a profilaxia em asilos e casas de repouso com Ivermectina, e não tivemos casos de evolução para a Covid-19 nesses espaços.

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Jovem estudante ganha bolsa de estudos para universidade na Espanha, mas teme não realizar o sonho

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O jovem estudante José Andersson Braga de Abreu, natural de São João do Rio do Peixe, no Sertão da Paraíba, ganhou uma bolsa de estudos para cursar Engenharia Civil na Universidade de Jaén, na Espanha.

Ele conquistou a primeira colocação na seleção do Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif). Eram apenas duas vagas para todo o Brasil.

“Sinceramente quando eu soube do resultado fiquei sem reação, pois não acreditei que seria capaz de ser selecionado, já que estava concorrendo com excelentes alunos da rede federal de ensino, cada um com incríveis capacidades. Mas quando […] a ficha caiu, fiquei extremamente feliz”, contou ao g1.

Para José Andersson, o desafio agora é se adaptar a uma nova cultura, que é totalmente diferente da sua no Nordeste do Brasil. Segundo ele, a “oportunidade de crescimento”, é tão grande que lhe fez diminuir o medo.

Outro desafio para ele é a condição financeira de chegar até a Espanha. Segundo ele, a bolsa que ganhou paga as mensalidades do curso, o seguro saúde e um curso de espanhol. Ele terá ainda um auxílio de 2.200 euros, que será destinado ao alojamento durante o ano, o que equivale a um valor mensal de 180 euros.

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Em meio às despesas do estudante, ele ainda vai precisar de passaporte, visto e passagens aéreas, um custo aproximado de R$ 6 mil, despesas que a família não tem como custear.

Os amigos de José Andersson fizeram uma vaquinha na internet, mas os resultados não foram satisfatórios. Por causa dessa dificuldade, ele não sabe se vai conseguir realizar o sonho de estudar em outro país.

Atualmente ele está cursando Engenharia Civil no campus do Instituto Federal da Paraíba (IFPB), no município de Cajazeiras, na região do Sertão. Na mesma instituição, o jovem fez o Curso Técnico em Edificações integrado ao Ensino Médio.

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