O aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do Irã, morreu neste sábado (28) após um ataque ao seu complexo residencial na capital Teerã, conforme informou a mídia estatal iraniana. O presidente do país, Mazut Pezekian, classificou o evento como uma “aberta declaração de guerra contra os muçulmanos”.
A agência de notícias estatal Fars detalhou que Khamenei foi morto “em seu escritório na residência oficial” enquanto “cumpria suas funções” durante o ataque ocorrido na madrugada. O complexo, localizado no centro de Teerã, próximo à universidade, é um ponto central para a tomada de decisões da liderança teocrática da República Islâmica.
Presidente iraniano reage à morte de Khamenei
Imagens de satélite da Airbus mostraram fumaça preta saindo do complexo residencial do líder em Teerã após o ataque. As fotografias indicam que vários edifícios na área sofreram danos severos pelos disparos.
Em mensagem de condolências, o presidente Pezekian afirmou que “esse evento trágico é o principal julgamento que o mundo islâmico sofre hoje”. Ele destacou que a declaração de guerra se direciona particularmente aos muçulmanos xiitas, maioria no Irã, em contraste com os sunitas, que predominam em grande parte do mundo islâmico, incluindo a Arábia Saudita.
As autoridades iranianas seguem monitorando a situação após o ataque que resultou na morte do líder supremo.

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