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Impacto da feira Agrishow, em Ribeirão Preto, chega a R$ 400 milhões

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Estudo do Centro de Inteligência da Economia do Turismo (Ciet), da Secretaria de Turismo e Viagens do Estado de São Paulo, traçou o perfil e os gastos dos visitantes à feira Agrishow, evento de agronegócios, que ocorreu de 25 a 29 de abril, em Ribeirão Preto. Segundo o Ciet, 85,2% dos participantes eram de fora da Região Metropolitana de Ribeirão Preto, índice considerado elevado.

O estudo revelou que mais de 135 mil pessoas de todo o país estiveram na feira, excluindo os moradores. O evento teve impacto econômico – gastos totais dos turistas – de quase R$ 400 milhões em toda a região.

A pesquisa apontou também que, de zero a 10, os visitantes deram nota média de 8,9 para a feira. A permanência média foi de 4,4 dias e o gasto total, individual, no período, de R$ 2.901.

De acordo com a pesquisa, 41,7% dos visitantes ficaram em hotéis, 33,4% optaram pelo bate/volta e não se hospedaram, 12,2% alugaram imóveis por plataformas ou aplicativos de hospedagem, 6,3% apelaram para as casas de amigos ou parentes, e 4,9% ficaram em hostels ou albergues.

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Em relação ao meio de transporte para chegar à cidade, 59,1% foram de carro, 12,8% de avião, 12,7% em ônibus fretados; e 8,7% em ônibus de linhas regulares. Além da feira e da hospedagem, as principais atividades e despesas foram com gastronomia (47,1%), compras (30,7%) e vida noturna e bares (29,8%).

Edição: Denise Griesinger

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Custo da cesta básica aumenta nas 17 capitais pesquisadas pelo Dieese

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O custo da cesta básica de alimentos aumentou em junho em nove das 17 capitais onde o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) realiza a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos.

Entre maio e junho, as maiores altas ocorreram no Nordeste, nas cidades de Fortaleza (4,54%), Natal (4,33%) e João Pessoa (3,36%). Oito cidades apresentaram reduções, sendo que as mais expressivas foram registradas no Sul: Porto Alegre (-1,90%), Curitiba (-1,74%) e Florianópolis (-1,51%).

Segundo a pesquisa, São Paulo foi a capital onde a cesta básica teve o maior custo (R$ 777,01), seguida por Florianópolis (R$ 760,41), Porto Alegre (R$ 754,19) e Rio de Janeiro (R$ 733,14). Nas cidades do Norte e Nordeste, onde a composição da cesta é diferente, os menores valores médios foram registrados em Aracaju (R$ 549,91), Salvador (R$ 580,82) e João Pessoa (R$ 586,73).

Na comparação com junho do ano passado todas as capitais pesquisadas tiveram alta de preço, com variações que oscilaram entre 13,34%, em Vitória, e 26,54%, em Recife.

A pesquisa indicou ainda que o salário mínimo necessário para a manutenção de uma família de quatro pessoas deveria ser de R$ 6.527,67, ou 5,39 vezes o mínimo de R$ 1.212,00. Em maio, o valor necessário era de R$ 6.535,40, ou 5,39 vezes o piso mínimo. Em junho de 2021, o valor do mínimo necessário deveria ter sido de R$ 5.421,84, ou 4,93 vezes o mínimo vigente na época, de R$ 1.100,00.

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Produtos

De acordo com a pesquisa, entre os produtos cujo preço aumentou em todas as capitais aparece o leite integral com as maiores altas em Belo Horizonte (23,09%), Porto Alegre (14,67%), Campo Grande (12,95%) e Rio de Janeiro (11,09%). No caso da manteiga, as maiores elevações ocorreram em Campo Grande (5,69%), Belém (5,38%) e Recife (3,23%).

Em 15 das 17 capitais o preço do quilo do pão francês subiu, com os maiores percentuais em Belém (10,29%), Salvador (3,36%) e Natal (3,21%). O preço da farinha de trigo, que é coletada no Centro-Sul, teve seu preço elevado em todas as capitais, com destaque para em Brasília (6,64%) e Vitória (5,49%).

O quilo do feijão carioquinha subiu em todas as cidades onde é pesquisado e teve variação entre entre 3,67%, em Belém e 13,74%, em Recife. O preço do quilo do café em pó cresceu em 13 capitais, com as principais altas em São Paulo (4,43%), Belém (3,31%) e Recife (3,31%).

No sentido contrário aparece a batata que apresentou queda de preço em todas as cidades, com as reduções mais expressivas em Campo Grande (-19,60%), Florianópolis (-16,31%) e Belo Horizonte (-14,72%).

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Edição: Maria Claudia

Fonte: EBC Economia

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