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IBGE antecipa no DF convocação de candidatos aprovados para o Censo

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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no Distrito Federal (DF) resolveu antecipar para hoje (4) o início da convocação dos candidatos aprovados no processo seletivo simplificado (PSS) do Edital 2021/10 para as 2.631 vagas de recenseador do Censo 2022. Quem quiser se informar sobre o resultado oficial pode acessar o site do IBGE.

A convocação está sendo feita pelo e-mail informado pelos participantes ao se inscrever para a seleção. O prazo de resposta do candidato é de até dois dias úteis, para que possa assumir o cargo.

Na próxima etapa, os aprovados no PSS para trabalhar no DF vão passar por treinamento, que está previsto para ocorrer no Centro de Ensino Unificado de Brasília (CEUB) entre os dias 18 e 22 deste mês.

Segundo o IBGE, a decisão do coordenador operacional do Censo no DF, Marcelo Nunes, de antecipar a data da convocação, foi para, em caso de desistência de algum aprovado, incluir outro participante para ocupar a vaga.

Conforme o IBGE, é uma questão de organização a fim de evitar que no início do treinamento, o total de vagas não esteja completo. “A gente precisa ter os 2.631 treinados entre os dias 18 e 22. Se houver desistências, vamos buscar as pessoas que não têm interesse e preencher as vagas que precisamos treinar”, informou a assessoria de imprensa.

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Só serão contratadas as pessoas que concluírem o treinamento e forem aprovadas no teste final. O objetivo é verificar se a pessoa está totalmente informada dos conceitos para a realização do Censo 2022 e se realmente está habilitada para ser recenseador que vai a campo.

Para as outras unidades da Federação, o início da convocação dos candidatos aprovados no processo seletivo simplificado será na segunda-feira da semana que vem (11). A coleta do Censo 2022 será realizada entre os dias 1º de agosto e 31 de outubro.

Edição: Graça Adjuto

Fonte: EBC Geral

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Eleições 2022 mantém maioria do eleitorado feminina, com 53%

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Nas eleições de outubro, mais uma vez, as mulheres são a maioria entre pessoas aptas a votar. Segundo levantamento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), dos mais de 156,4 milhões de eleitores que poderão participar do pleito nos dois turnos, 53%, pouco mais de 82,3 milhões, são do gênero feminino e 74 milhões do masculino, que equivale a 47%.

Na distribuição regional dos eleitores, os três maiores colégios eleitorais – São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro concentram quase a metade dos votos do país (42,64%).

O estado de São Paulo, que sozinho detém 22,16% dos eleitores, há cerca 18,3 milhões de mulheres e 16, 2 milhões homens em condições de votar.

Na segunda posição do ranking, o eleitorado mineiro é formado por 8, 5 milhões de mulheres e 7,7 milhões de homens.

Já o Rio de Janeiro, terceiro maior colégio eleitoral brasileiro, os votos femininos superam em 1 milhão os dos homens. No estado, 6,9 milhões de votantes são do gênero feminino e 5, 9 milhões do masculino.

A Bahia vem na quarta posição, com cerca de 11,2 milhões de eleitores. Lá, as mulheres correspondem a 52,5% dos votantes, enquanto os homens representam 47,5% do eleitorado baiano.

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Perfil

Segundo o TSE, a maior parte das eleitoras brasileiras (5,33%) tem de 35 a 39 anos, seguida das mulheres com idade entre 40 e 44 anos (5,32%). A faixa de 25 a 29 anos soma 5,2%. Apesar do voto no Brasil ser obrigatório entre 18 e 70 anos, um dado curioso é o de eleitoras com 100 anos ou mais: são 87,4 mil.

Exterior

Entre eleitores que moram no exterior, elas, também estão em maioria. Das quase 700 mil pessoas que moram fora do país e se habilitaram para votar para o cargo de presidente da República, 59% são mulheres e 41% homens.

Representação

Números tão expressivos ainda não se refletem em assentos políticos e de poder. Segundo o TSE, nesses espaços, as mulheres continuam sub-representadas. Nas Eleições Gerais de 2018, apenas seis das 81 vagas do Senado Federal foram conquistadas por mulheres. Na Câmara, dos 513 eleitos somente 77 eram do sexo feminino. Em 2018, apenas uma governadora foi eleita: Maria de Fátima Bezerra, no Rio Grande do Norte (RN).

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Para incentivar a entrada e a permanência das mulheres na política, o TSE lançou, em junho de 2022, a nova campanha Mais Mulheres na Política 2022. Exibida nacionalmente em emissoras de rádio e de televisão, redes sociais da Justiça Eleitoral e no Portal do Tribunal, a campanha enfatiza a diferença entre o Brasil real, de forte presença feminina, e o Brasil político, universo no qual as mulheres ainda são minoria.

Na avaliação do presidente da Corte Eleitoral, ministro Edson Fachin, a democracia sem a expressão do feminismo se atrofia, torna-se uma mera formalidade, perde a representatividade. Para o ministro, a democracia, para ser plena, tem que apresentar a sua face feminina.

“Além da questão da visibilidade das mulheres, há também a questão da efetividade das medidas que visam garantir a elas o acesso e a voz nos espaços da vida política do país. A Justiça Eleitoral está do lado da materialização dos direitos que são inerentes à condição feminina”, destacou à época do lançamento da campanha.

Edição: Denise Griesinger

Fonte: EBC Geral

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