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Dívidas com traficantes causam duas mortes no fim de semana em SL

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O fim de semana registrou sete mortes na Região Metropolitana de São Luís. Na tarde de ontem, foi encontrado o corpo de Leanderson Alves da Costa dentro de um bueiro em um matagal do Ipem Turu. Usuário de drogas, ele estava desaparecido desde a noite de sexta-feira, dia 25. Polícia e família acreditam que o crime foi motivado por causa de dívidas que ela tinha com traficantes. Esta também pode ter sido a causa do assassinato de um menor no Recanto Santos Dumont, que era usuário de drogas.
Leanderson Alves da Costa tinha 24 anos e morava no Ipem Turu. Ele era casado e deixou uma filha, que completa 2 anos em novembro. Há pelo menos um ano se tornou dependente químico. Segundo parentes da vítima, por causa do vício em crack, ele deixou o emprego e começou a ter muitas desavenças familiares. Era comum ele sair de casa sem avisar onde estava indo e voltar somente no dia seguinte. A última vez em que isso ocorreu foi na sexta-feira, 25, quando ele saiu de casa, por volta das 20h.
Preocupados com o seu desaparecimento, a família informou o caso à polícia no sábado à noite, 26. Na manhã de ontem, familiares e vizinhos fizeram buscas na região e encontraram as roupas e o calçado que Leanderson Alves da Costa usava quando saiu de casa na noite de sexta-feira. Ontem, por volta do meio-dia, a polícia foi informada, por meio de denúncia anônima, que ele havia sido assassinado e o corpo estava em um bueiro na Rua São Cosmo, no Ipem Turu.

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MJ prorroga pela 12ª vez atuação de força tarefa em presídio de RR

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O Ministério da Justiça e Segurança Pública publicou, no Diário Oficial da União, a portaria que prorroga por 90 dias, contados a partir de hoje (3), o emprego da Força Tarefa de Intervenção Penitenciária, em Roraima.

De acordo com a Portaria nº 336, a operação “terá o apoio logístico e a supervisão dos órgãos de administração penitenciária e segurança pública do ente federado solicitante, nos termos do convênio de cooperação firmado entre as partes”.

É a 12ª vez que o ministério prorroga o emprego da força tarefa que se encontra em Roraima. A primeira foi em novembro de 2018.

Na época, o então ministro da Segurança Pública Raul Jungmann autorizou o emprego de parte do efetivo para atuar “em caráter episódico”, pelo prazo inicial de 90 dias. Desde então, o efetivo vem participando desde a vigilância e de ações preventivas como revistas gerais em penitenciárias, como na capacitação de agentes prisionais estaduais.

Criada em janeiro de 2017, durante a gestão do então ministro de Segurança Pública Alexandre de Moraes, hoje ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), a Força Tarefa de Intervenção Penitenciária é formada por agentes federais de execução penal e por agentes penitenciários cedidos pelos estados e pelo Distrito Federal, com o objetivo de apoiar os governos estaduais em “situações extraordinárias de grave crise no sistema penitenciário”.

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A formação de uma tropa federativa especializada, nos moldes da Força Nacional de Segurança Pública, subordinada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, atendeu a pedidos de governadores.

O governo de Roraima pediu a ajuda federal para controlar uma situação em que 33 presos foram assassinados durante uma rebelião na Penitenciária Agrícola de Monte Cristo, em Boa Vista, em janeiro de 2017.

Devido à ocorrência de sucessivos episódios de violência em unidades carcerárias e à ameaça de paralisação por parte dos agentes penitenciários do estado, o então presidente Michel Temer decretou intervenção federal no estado, em dezembro de 2018.

Em janeiro de 2019, a força-tarefa passou a exercer também as atividades de inteligência de segurança pública, relacionadas ao sistema prisional, conforme estabelece a Portaria nº 65, assinada pelo então ministro Sergio Moro.

Edição: Fernando Fraga

Fonte: EBC Geral

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