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Após críticas à CBF, Emerson Sheik deve ser denunciado, diz STJD

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Paulo Schmidt, procurador geral do Superior Tribunal de Justiça Desportiva, pode denunciar Emerson Sheik após o atacante reclamar publicamente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) na partida do Botafogo contra o Bahia, na quarta-feira, pela 22ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro.
Segundo Schmidt, o jogador deve ser incluído no Artigo 243-F do Código Brasileiro de Justiça Desportiva, que diz: “ofender alguém em sua honra, por fato relacionado diretamente ao desporto”. A punição é de 1 a 6 jogos de suspensão.
Após levar um cartão amarelo, Emerson procurou uma das câmeras que filmavam o jogo e disse: “CBF, esse foi para você”. Expulso pouco depois, o atacante voltou às câmeras e atacou a entidade: “CBF, você é uma vergonha! Vergonha! Vergonha! Vergonha!”
Em entrevista ao canal SporTV, Schmidt disse que o jogador deve ser acusado por “tentativa desrespeitosa de afronta à entidade”. O procurador acrescentou ainda que Emerson deve ser julgado já na próxima semana.

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Com uniformes adaptados, CPB inicia contagem regressiva para Tóquio

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Os uniformes que a delegação do Brasil utilizará na Paralimpíada de Tóquio (Japão) foram lançados nesta segunda-feira (17), em live (transmissão ao vivo) do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) em suas páginas no Facebook e no YouTube.  O evento ocorreu nesta tarde, na Japan House São Paulo – espaço cultural na Avenida Paulista –  marcando simbolicamente a contagem regressiva de 100 dias para os Jogos, iniciada ontem (16).

Lorena Spoladore e guia Renato Ben Hur - Paralimpíada - Tóquio - uniforme - Brasil Lorena Spoladore e guia Renato Ben Hur - Paralimpíada - Tóquio - uniforme - Brasil

Ao lado do guia Renato Ben Hur, a velocista Lorena Spoladore elogiou as etiquetas em braile: item vai he possibilitar vestir o uniforme sem ajuda de terceiros – Alexandre Urch/Exemplus/CPB/Direitos Reservados

Assim como nos Jogos Parapan-Americanos de Lima (Peru) em 2019, os trajes foram desenvolvidos pelo próprio Comitê. Os equipamentos têm itens de acessibilidade, como um zíper ergonômico para atletas com limitação motora e articular nas mãos ou calças com abertura lateral na barra para facilitar a passagem da prótese nos membros inferiores. Os tops, por sua vez, possuem alças retas e sem o cruzamento nas costas, para auxiliar a vestimenta dos esportistas com deficiências visuais.

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“A etiqueta em braile [interna] foi um grande diferencial nesta coleção. Com certeza, vai dar mais autonomia para os atletas com deficiência visual. Geralmente, tínhamos que pedir para os nossos guias me auxiliarem no momento de me arrumar. Agora, vou conseguir preparar o uniforme sozinha”, disse a velocista Lorena Spoladore, da classe T11 (cego total), em nota à imprensa do CPB.

“Pensar na pessoa com deficiência na hora de desenvolver uma roupa é promover a inclusão e, ao mesmo tempo, no desempenho esportivo”, completou a atleta Raissa Rocha, do lançamento de dardo pela classe F56 (cadeirantes). 

A estimativa do CPB é que o Brasil tenha uma delegação com 230 representantes em Tóquio. Segundo a entidade, 178 atletas de 14 modalidades já garantiram vaga. Os últimos foram Adriana Azevedo, Mari Santilli e Giovane Vieira de Paula, que asseguraram lugar nos Jogos no último sábado (15), durante a Copa do Mundo de paracanoagem, em Szeged (Hungria).

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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