Em Amarante, os instrutores do Programa Nacional de Inclusão de Jovens (Projovem), administrado e executado pela Fundação de Apoio Tecnológico do Piauí (FUNATEC) estão ainda sem o pagamento equivalente a 50% do período de realização do curso, iniciado em março de 2013 com duração de seis meses.
A afirmação foi feita pelo coordenador do curso Gutemberg Teixeira, que também está sem os proventos referentes ao mesmo período. Ao todo, são quatro instrutores. O pedido de regularização do pagamento se estendeu à pessoa que preparava o lanche para os participantes durante o período de formação dos alunos.
O fato tem constrangido a todos que, apesar de reconhecerem a importância do curso para os inscritos, lamentam a falta de compromisso da empresa responsável. “O que a gente quer é que somente seja acertada a dívida pendente, pois o trabalho está feito. A Funatec honrou muito bem os seus compromissos em outros municípios, mas, em Amarante não! Tivemos todo o empenho em fazer um trabalho de qualidade à altura do programa, resta apenas que a empresa cumpra o seu papel”, queixa-se o coordenador.
O Projovem dá uma oportunidade de formação por meio da conclusão dos estudos e qualificação profissional a alunos que não completaram o Ensino Fundamental.
