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15 obras para tirar qualquer brasileiro do sério

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São Paulo – Que o é um canteiro de obras, todo mundo sabe. Acontece que nem todas saem como o previsto e muitas terminam gerando gastos extras para os cofres públicos e inúmeras dores de cabeça para os cidadãos. De problemas de planejamento a falhas de execução, diversos motivos podem levar uma obra a se tornar um desastre.

Não nos faltam exemplos disso nos quatro cantos do país. No Rio, o estádio João Havelange foi interditado no início do ano por falhas estruturais. O equipamento esportivo tem apenas cinco anos de uso. Em Salvador, as obras do metrô já se arrastam há 13 anos sem maiores resultados. Em Maceió, um ‘papódromo’ construído para visita de João Paulo II em 1991 está abandonado.

Além dos empreendimentos mais recentes, exemplos mais antigos mostram que obras desastradas são uma prática histórica no Brasil. É o caso de Angra 3, usina nuclear projetada na década de 1970 que só deve ficar pronta em 2018, e da Transamazônica, a super-rodovia dos militares que, quase 40 anos depois de sua inauguração, segue com trechos inacabados.

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Clique nas fotos a seguir para conhecer outros exemplos de obras desastradas que estão espalhadas pelo Brasil.

Obra: Estádio João Havelange

Local: Rio de Janeiro (RJ)

Ano de entrega: 2007

Custo total: R$ 380 milhões

Problema:

Obra: Reforma do aeroporto de Congonhas

Local: São Paulo (SP)

Ano de entrega: 2007

Custo total: R$ 188 milhões

Problema:

Obra: Usina nuclear Angra 3

Local: Angra dos Reis (RJ)

Ano de entrega: a obra está incompleta

Custo total: R$ 13 bilhões

Problema:

Obra: Tribunal Regional do Trabalho

Local: São Paulo (SP)

Ano de entrega: 2004

Custo total: R$ 690 milhões

Problema:

Obra: Arco Metropolitano do Rio

Local: Seis cidades da região metropolitana do Rio de Janeiro

Ano de entrega: obra está incompleta

Custo total: R$ 1 bilhão

Problema:

Obra: Metrô de Salvador

Local: Salvador (BA)

Ano de entrega: obra está incompleta

Custo total: R$ 337 milhões

Problema:

Obra: Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj)

Local: Itaboraí (RJ)

Ano de entrega: a obra está incompleta

Custo total: R$ 13,5 bilhões

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Problema:

Obra: Hospital Regional Norte

Local: Sobral (CE)

Ano de entrega: 2013

Custo total: R$ 227 milhões

Problema:

Obra: Aeroporto

Local: São Gonçalo Amarante (RN)

Ano de entrega: obra está incompleta

Custo total: R$ 73 milhões

Problema:

Obra: Transposição do São Francisco

Local: Pernambuco, Paraíba, Ceará e Rio Grande do Norte

Ano de entrega: obra está incompleta

Custo total: R$ 8,2 bilhões

Problema:

Obra: Instalações de saneamento básico

Local: Belém (PA)

Ano de entrega: obra está incompleta

Custo total: R$ 55 milhões

Problema:

Obra: Duplicação da BR-101

Local: Palhoça (SC)

Ano de entrega: obra está incompleta

Custo total: R$ 276 milhões

Problema:

Obra: Pavimentação da Cuiabá-Santarém (BR-163)

Local: Sul do Pará

Ano de entrega: a obra está incompleta

Custo total: R$ 1,5 bilhão

Problema:

Obra: Papódromo

Local: Maceió (AL)

Ano de entrega: 1991

Custo total: R$ 27 milhões

Problema:

Obra: Rodovia Transamazônica (BR-230)

Local: Paraíba, Ceará, Piauí, Maranhão, Tocantins, Pará e Amazonas

Ano de entrega: 1974

Custo total: R$ 13 bilhões

Problema:

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Eleições 2022 mantém maioria do eleitorado feminina, com 53%

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Nas eleições de outubro, mais uma vez, as mulheres são a maioria entre pessoas aptas a votar. Segundo levantamento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), dos mais de 156,4 milhões de eleitores que poderão participar do pleito nos dois turnos, 53%, pouco mais de 82,3 milhões, são do gênero feminino e 74 milhões do masculino, que equivale a 47%.

Na distribuição regional dos eleitores, os três maiores colégios eleitorais – São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro concentram quase a metade dos votos do país (42,64%).

O estado de São Paulo, que sozinho detém 22,16% dos eleitores, há cerca 18,3 milhões de mulheres e 16, 2 milhões homens em condições de votar.

Na segunda posição do ranking, o eleitorado mineiro é formado por 8, 5 milhões de mulheres e 7,7 milhões de homens.

Já o Rio de Janeiro, terceiro maior colégio eleitoral brasileiro, os votos femininos superam em 1 milhão os dos homens. No estado, 6,9 milhões de votantes são do gênero feminino e 5, 9 milhões do masculino.

A Bahia vem na quarta posição, com cerca de 11,2 milhões de eleitores. Lá, as mulheres correspondem a 52,5% dos votantes, enquanto os homens representam 47,5% do eleitorado baiano.

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Perfil

Segundo o TSE, a maior parte das eleitoras brasileiras (5,33%) tem de 35 a 39 anos, seguida das mulheres com idade entre 40 e 44 anos (5,32%). A faixa de 25 a 29 anos soma 5,2%. Apesar do voto no Brasil ser obrigatório entre 18 e 70 anos, um dado curioso é o de eleitoras com 100 anos ou mais: são 87,4 mil.

Exterior

Entre eleitores que moram no exterior, elas, também estão em maioria. Das quase 700 mil pessoas que moram fora do país e se habilitaram para votar para o cargo de presidente da República, 59% são mulheres e 41% homens.

Representação

Números tão expressivos ainda não se refletem em assentos políticos e de poder. Segundo o TSE, nesses espaços, as mulheres continuam sub-representadas. Nas Eleições Gerais de 2018, apenas seis das 81 vagas do Senado Federal foram conquistadas por mulheres. Na Câmara, dos 513 eleitos somente 77 eram do sexo feminino. Em 2018, apenas uma governadora foi eleita: Maria de Fátima Bezerra, no Rio Grande do Norte (RN).

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Para incentivar a entrada e a permanência das mulheres na política, o TSE lançou, em junho de 2022, a nova campanha Mais Mulheres na Política 2022. Exibida nacionalmente em emissoras de rádio e de televisão, redes sociais da Justiça Eleitoral e no Portal do Tribunal, a campanha enfatiza a diferença entre o Brasil real, de forte presença feminina, e o Brasil político, universo no qual as mulheres ainda são minoria.

Na avaliação do presidente da Corte Eleitoral, ministro Edson Fachin, a democracia sem a expressão do feminismo se atrofia, torna-se uma mera formalidade, perde a representatividade. Para o ministro, a democracia, para ser plena, tem que apresentar a sua face feminina.

“Além da questão da visibilidade das mulheres, há também a questão da efetividade das medidas que visam garantir a elas o acesso e a voz nos espaços da vida política do país. A Justiça Eleitoral está do lado da materialização dos direitos que são inerentes à condição feminina”, destacou à época do lançamento da campanha.

Edição: Denise Griesinger

Fonte: EBC Geral

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