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Saúde em pauta: 4 exames essenciais que toda mulher deve fazer

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SAÚDE

Além dos cuidados básicos com a saúde, como uma boa alimentação, rotina de exercícios e poupar situações de estresse não existem uma forma de prevenção a doenças como o câncer de mama, de intestino ou de colo uterino. A única forma de descobrir a existência dessas e de outras doenças é por meio de exames médicos.

A ginecologista Dra. Keliany Duarte mostra quais exames são essenciais para a saúde feminina:

1) Papanicolau
Também chamado de preventivo, o exame é realizado dentro do consultório do ginecologista e tem como objetivo o diagnóstico prévio do câncer de colo de útero.
“São coletadas células do colo do útero e essas coletas são enviadas para análise microscópica, que avaliará se a célula tem características cancerígenas ou pré-cancerígenas. É comum mulheres acreditarem que esse exame serve para detectar infecções, diagnósticos de corrimentos, mas esse não é o objetivo”, diz a médica.

2) Mamografia
A realização anual de mamografia é recomendada pela médica a partir dos 40 anos de idade, mas, antes disso, é necessário estar atenta aos sinais do seu corpo e realizar o exame de toque com frequência.
“O autoexame das mamas já foi muito divulgado como uma forma de detectar um nódulo que pode ser um câncer, mas ele não pode ser considerado como uma forma de rastreamento, porque só detecta lesões já grandes palpáveis e que o tratamento vai ser mais agressivo. Ele deve ser encorajado, mas não substitui a realização da mamografia”, explica.

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3) Colposcopia e vacina contra o HPV
O papilomavírus humano (HPV) é causador de muitas doenças que acometem ambos os sexos, mas, principalmente, as mulheres, como, por exemplo, cânceres de colo do útero, vulva, vagina, ânus, e também são causadores de verrugas nas regiões genitais. Existem 40 tipos diferentes de HPV, segundo informações do Ministério da Saúde, que podem infectar a região genital.
Uma das principais formas de combate aos vírus é a vacina, que é oferecida pelo SUS para meninas de 9 a 14 anos e meninos de 11 a 14 anos. A Dra. Keliany comenta que o tratamento para as complicações causadas pelo HPV depende de cada caso.
“Como é um vírus transmitido por contato sexual, estima-se que até 50% da população já teve algum contato com o HPV, e nem todas as mulheres que adquirem vão ter o câncer ou as verrugas, e o tratamento depende da lesão que o vírus ocasionou na mulher. Nos casos das lesões de colo de útero, que são pré-cancerígenas, elas podem ser acompanhadas com colposcopia, que é um exame que serve para avaliar as lesões uterinas, ou em casos mais avançados, deve ser feita a remoção daquela região do colo do útero através de cirurgia”.

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4) Colonoscopia
O câncer de intestino, apesar de pouco lembrado, é o terceiro mais comum em mulheres no Brasil. Dra. Tainá recomenda que seja feita a colonoscopia por mulheres a cada 10 anos. Para as mulheres a partir dos 45 anos, a orientação é que seja realizada, anualmente, pesquisa de sangue oculto nas fezes.

“Podem ser detectadas lesões pré-cancerígenas ou até um câncer em estágio bem precoce, em que o tratamento vai ser muito menos agressivo e terá alta chance de cura”, finaliza.
Antes de encerrar, mais uma dica: não deixe de consultar um médico especialista em saúde da mulher. A prevenção das doenças e o diagnóstico antecipado podem ser as melhores soluções.

Foto: Ascom

 

Caroline Sayra
Égide Comunicação

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Ministério da Saúde libera 284 leitos de suporte ventilatório pulmonar

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O Ministério da Saúde autorizou hoje (6) mais 284 leitos com suporte ventilatório pulmonar para tratamento de pacientes com quadro confirmado ou com suspeita de covid-19. Os recursos atenderão a implantação dessas estruturas no Distrito Federal e em dez estados.

Leitos de suporte ventilatório são utilizados para pacientes que precisam desse apoio, mas ainda não evoluíram para um quadro grave, que demande a transferência para leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Os leitos foram autorizados para diferentes modalidades de unidades de saúde que realizam atendimento desses pacientes, de hospitais de grande e pequeno portes, pronto-socorros e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs).

Foram contemplados, além do Distrito Federal, os estados do Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Pará, Piauí, Minas Gerais, São Paulo, Bahia, Rio Grande do Sul e Paraíba. No total, serão destinados R$ 4 milhões para esse apoio.

Até o momento foram autorizados 2,7 mil leitos de suporte ventilatório pulmonar. A autorização é a nova modalidade de apoio financeiro dada pelo Ministério da Saúde, que substituiu a habilitação de leitos. O governo federal arca com parte das despesas. Agora, o pagamento não é mais antecipado, mas mensal.

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Edição: Kleber Sampaio

Fonte: EBC Saúde

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