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Rio de Janeiro vacina hoje crianças de 10 anos contra a covid-19

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O município do Rio de Janeiro retomou hoje (26) o cronograma de vacinação das crianças contra a covid-19, com meninos e meninas de 10 anos ou mais. A retomada foi possível com a chegada de 100 mil doses do imunizante CoronaVac na segunda-feira (24).

O uso da CoronaVac, fabricada no Brasil pelo Instituto Butantan, foi aprovado na semana passada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para a aplicação em crianças a partir dos 6 anos de idade. A fórmula e a dosagem pediátricas são as mesmas utilizadas em adultos.

De acordo com o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, tanto a CoronaVac quanto a vacina da Pfizer, que já estava sendo aplicada nas crianças desde o dia 17 com dosagem e formulação específicas para o público infantil, são seguras e eficazes contra o agravamento da covid-19.

“A gente viu uma adesão muito baixa nessa primeira semana, mas também tinha poucas vacinas, teve algumas fake news, de supostos efeitos adversos que não se confirmaram. São duas vacinas muito seguras, a vacina da Pfizer já foi utilizada em mais de 14 milhões de crianças no mundo, a CoronaVac também foi utilizada em larga escala em vários países, no Chile principalmente. Então são vacinas seguras e eficazes e a gente precisa dessa adesão, que os pais tragam as crianças”.

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Hoje, podem ser vacinadas meninas e meninos de 10 anos. Amanhã (27), será a vez das crianças de 9 anos e na sexta-feira (28) e no sábado (29) podem ser levadas aos postos o público com 8 anos ou mais.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) as doses disponíveis são suficientes para cobrir o cronograma desta semana, mas são esperadas novas remessas até sexta-feira para dar continuidade à aplicação das demais faixas etárias a partir de segunda-feira (31)

Na próxima semana, volta o esquema de um dia para meninas, outro para meninos e o terceiro para a repescagem, em idade decrescente, terminando o cronograma no dia 9 de fevereiro com a repescagem para crianças a partir dos 5 anos de idade.

A Secretaria de Saúde informa ainda que, a depender da disponibilidade de doses, o calendário poderá ser adiantado.

Crianças de 5 a 11 anos com deficiência ou comorbidades podem ser levada aos postos em qualquer dia, independentemente do calendário por idade.

Edição: Denise Griesinger

Fonte: EBC Saúde

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Covid-19 atingiu 35% dos lares brasileiros no 1º trimestre

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Nos primeiros três meses de 2022, mais de um terço dos lares brasileiros teve algum contaminado pelo coronavírus causador da covid-19. A revelação é do levantamento LinkQ, realizado pela empresa de pesquisas Kantar. As conclusões, divulgadas hoje (24), trazem ainda dados sobre aspectos comportamentais da população em meio à pandemia e à campanha de vacinação.

Os resultados foram obtidos a partir de uma amostragem de 3.400 domicílios, de todas as regiões do país. Entrevistas presenciais com um dos moradores de cada residência foram realizadas entre 15 e 31 de março. Em 10% dos lares visitados, os pesquisadores foram informados que todos os residentes do imóvel foram contaminados nos três primeiros meses de 2022. Em outros 10%, o coronavírus foi contraído por apenas uma pessoa e em 15% houve alguns infectados. Ao todo, em 35% dos domicílios visitados, a covid-19 fez alguma vítima entre janeiro e março.

Segundo dados do painel do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), o primeiro trimestre deste ano foi o período em que o país assistiu a uma explosão de novos casos devido à disseminação da variante Ômicron. Ele concentra 25,1% de todas as 30,8 milhões de ocorrências registradas no país desde o início da pandemia. Por outro lado, apenas 6,1% das 665 mil mortes por covid-19 ocorreram nesses três meses.

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Como já mostraram diferentes pesquisas, a vacinação se mostrou capaz de reduzir o risco de morte. No final do primeiro trimestre, mais de 74% dos brasileiros já haviam recebido duas doses.

No levantamento realizado pela Kantar, apurou-se que a campanha de vacinação alcançou quase todos os lares do país. Em 90% dos domicílios visitados, ao menos uma pessoa foi imunizada. Em apenas 7% ninguém se vacinou. Nos demais 3%, os moradores não declararam.

Comportamento

Os resultados do levantamento indicam ainda uma cautela na retomada das rotinas pré-pandemia: 55% dos entrevistados discordaram da volta ao convívio social antes da vacinação, e 61% concordaram que, mesmo imunizados, devem continuar saindo apenas para atividades essenciais.

Para 47%, a pandemia mudou hábitos de alimentação dentro de casa, enquanto 53% disseram que houve alterações em práticas alimentares fora do lar. O levantamento também revela que para 60% a vida financeira ou profissional foi afetada negativamente pela pandemia em algum momento.

Edição: Fernando Fraga

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Fonte: EBC Saúde

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