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Diversidade e inclusão

Compliance: pilar de diversidade e inclusão quer promover revolução no mercado

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Foto: disobeyart/Freepik

Diversidade e inclusão são parte do novo tópico de ações que devem ser tomadas para uma prática eficaz de compliance no dia a dia de uma empresa. A adoção desse novo elemento acompanha uma tendência mundial de abrir espaços para se discutir questões de gênero, sexualidade, racismo e capacitismo no ambiente corporativo.

As ferramentas de compliance eram, anteriormente, ditadas por nove itens: suporte da alta administração; avaliação de riscos; código de conduta e políticas de compliance; controles internos; treinamento e comunicação; canais de denúncia; investigações internas; due diligence (diligência prévia, um processo de estudo e investigação da empresa) e auditoria e monitoramento.

Com a inclusão deste novo tópico, diversidade e inclusão, o objetivo é promover uma revolução no mercado para que as empresas possam se adequar melhor às demandas atuais da sociedade.

Enquanto a diversidade preconiza o respeito às características demográficas de um grupo, com oportunidades iguais para negros, mulheres, população LGBTQIA+, pessoas com deficiência e de idades diferentes, por exemplo, a inclusão procura garantir que todos os indivíduos sejam bem acolhidos, sem nenhum tipo de discriminação, preconceito e com os mesmos direitos.

O compliance contra a discriminação

A adoção de metodologias a favor da diversidade e da inclusão pode tornar a empresa mais competitiva e vista com bons olhos perante a sociedade. Contudo, as ações adotadas pelas empresas precisam transcender o campo da publicidade.

De nada adianta uma organização criar campanhas, se envolver em causas e se apropriar dessas agendas se, na realidade, o ambiente interno de trabalho que proporcionado aos colaboradores não condiz com o seu discurso. É para coibir essas práticas que as ferramentas de compliance existem e são fundamentais para que tudo seja seguido à risca. 

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As ações de compliance também devem focar em medidas preventivas. Nesse quesito, podem incluir  campanhas internas de orientação e de esclarecimento; treinamento dos funcionários; ou até mesmo a criação de um canal de denúncias, uma ferramenta importante para que os funcionários possam se sentir mais confortáveis para reclamar de algo ou questionar alguma conduta.

Antecipar um problema e agir contra ele, focando em prevenção e não em punição, pode reduzir os riscos de alguma ação não sair como o esperado. Políticas de tolerância zero com deslizes e descuidos deixarão todos mais atentos e os funcionários, com sensação de maior acolhimento.

Crescimento no mercado

Uma empresa verdadeiramente preocupada com diversidade e inclusão tende a apresentar bons resultados. Uma pesquisa publicada pela Harvard Business Review revelou que, nas companhias em que esses conceitos são adotados, a participação no mercado chega a crescer até 45%.

O levantamento também estimou que, em ambientes nos quais a diversidade é respeitada, os colaboradores são 17% mais engajados e até exercem funções além de suas responsabilidades. O número de conflitos, por outro lado, pode ser até 50% menor do que nas demais empresas.

No entanto, o caminho ainda é longo. Dados do Instituto Ethos, após análise em mais de 500 empresas do Brasil, indicam que a diversidade ainda está longe do ideal. Os cargos de chefia são ocupados por 94% de pessoas brancas. Em casos em que homens e mulheres ocupam funções semelhantes, as mulheres recebem apenas 70% do salário pago aos homens. Quanto ao número de pessoas com deficiência, apenas 2% dos funcionários correspondem a essa parcela, que é o mínimo exigido por lei.

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É para buscar mais equidade que a aplicação do compliance é importante. Agora que a diversidade e a inclusão fazem parte das diretrizes do programa, a expectativa é que esses números possam  apresentar uma melhora. Para uma mudança geral na estrutura e no pensamento, um primeiro passo tem que ser dado. Empresas que aderiram ao compliance já começam na frente, basta internalizar essa cultura e seguir firmando o comprometimento ético.

A adoção de software de compliance

Seja para quem planeja adotar ferramentas de compliance no trabalho, seja para quem já usa essa metodologia, duas palavras podem ser consideras chaves para o processo ter êxito: organização e planejamento.

Um passo fundamental é utilizar um software de compliance. Os programas ajudam na elaboração de planos e metas, com uso de estruturas centralizadas e rápida identificação de dados. Os softwares permitem o acompanhamento passo a passo do que é feito pelos colaboradores, além de auxiliar o controle das atividades diárias de forma eficiente e segura.

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Quem ama trai? Veja se é possível existir amor verdadeiro após uma traição

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É muito difícil afirmar ou não se quem ama trai. Isso porque a traição é um tema bastante complexo e subjetivo, podendo abranger diversas atitudes que podem ser o suficiente para terminar alguns relacionamentos, enquanto outros não. Porém, partindo do ponto de vista de que a traição é qualquer ato que quebra completamente algum tipo de fidelidade ao parceiro, acredito que é possível sim amar e cometer um desses atos.

Já se tratando de adultério, por mais que eu não consiga enxergar uma justificativa para esses atos, em alguns casos, acho que ainda pode existir amor naquela relação. Ainda assim, é algo muito complicado e até fácil de entender quem afirma que não existe traição no amor verdadeiro. Afinal, o significado da palavra traição está diretamente ligada ao ato de realizar algo prejudicial para o outro.

Portanto, essa é uma discussão bem interessante e cabe a cada pessoa analisar cuidadosamente cada caso, além de buscar autoconhecimento para entender seus limites e até que ponto conseguiria aguentar algum tipo de traição de um parceiro, amigo, colega de trabalho, etc.

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Pois é, pode parecer estranho, mas em qualquer relação amorosa ou de confiança, seja até entre um sugar daddy privacy e sugar baby, a infidelidade é algo comum. Inclusive, uma das mais famosas da história da humanidade não foi a de um relacionamento romântico, mas quando Judas entregou Jesus Cristo aos romanos por algumas moedas de ouro.

Logo, por mais que em nossas mentes seja muito difícil acreditar que quem ama verdadeiramente seja capaz de enganar, quem somos nós para julgar? Ninguém realmente sabe o que se passa na vida a dois de cada casal, não é mesmo? Além disso, algumas justificativas para esses atos são relativamente mais fáceis de aceitar e entender, como as pessoas que possuem alguma patologia, como compulsão sexual.

No final, o que vai definir se alguém ama verdadeiramente o outro ou não, está muito mais ligado o que será feito após a infidelidade. Será que esse indivíduo é consumida pelo sentimento de culpa e abre o jogo com o parceiro ou continua por anos tendo casos e humilhando a pessoa amada?

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