Uma história desesperadora deixou abalados os moradores de São José do Rio Preto, São Paulo: um menino de apenas 3 anos de idade morreu após ser esquecido dentro de um carro pela própria tia. A fatalidade ocorreu na manhã dessa quarta-feira (02), quando a criança foi deixada no veículo por horas sob um calor escaldante.
Segundo informações do telejornal Primeiro Impacto, da SBT News, a tia do menino de 3 anos não tinha o hábito de levá-lo à escola. Nessa quarta-feira, ela pegou o sobrinho por volta das 8 horas. A criança pegou no sono na cadeirinha do carro. A tia, então, seguiu para o trabalho e, ao chegar, desceu do carro, trancou-o e foi trabalhar, esquecendo completamente que o sobrinho estava no veículo.
Por volta das 14 horas, a tia se lembrou que não havia deixado a criança na creche. Ao retornar ao carro, encontrou o menino de 3 anos desacordado. Em desespero, ela acionou uma unidade de resgate e o Corpo de Bombeiros. Os socorristas tentaram reanimar a criança, mas, infelizmente, sem sucesso. O Corpo de Bombeiros constatou que o menino teve uma parada cardiorrespiratória. A unidade de resgate o levou para uma unidade básica de saúde, onde o óbito foi atestado.
A polícia está investigando o caso, e a tia foi acusada de homicídio culposo, quando não há intenção de matar. A reportagem do Primeiro Impacto enfatizou a dor da família e o sofrimento da tia, que deverá carregar essa culpa para o resto da vida. Durante a transmissão, foi levantada uma crítica à correria da sociedade moderna, que, segundo os apresentadores, pode levar a esquecimentos trágicos como este. Foi feito um apelo para que as pessoas desacelerem e se atentem aos cuidados básicos, especialmente com as crianças.
O comentarista Palumbo, com sua experiência jurídica, explicou que, embora a tia responda por homicídio culposo, o juiz pode decretar o perdão judicial, considerando que a própria situação representa uma pena imensa para ela. A tia provavelmente está em estado de choque e precisará de tratamento psicológico, além de ter que lidar com a dor e a culpa perante os pais da criança.
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