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Mamografia causa câncer de tireoide – mito ou verdade? Confira!

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câncer de tireoide

Circula no Whatsapp a noticia que o Dr. Drauzio Varella teria dito em um programa “Na Quarta Feira” que as mamografias podem causar câncer de tireoide devido a radiação e que é  necessário o uso de protetor de tireoide nas mamografias e radiologias dentárias, pois eles isolariam a glândula tireoide e diminuiria o risco de câncer de tireoide. De acordo com o alerta os médicos seriam orientados pela máfia médica a não usarem o colar para diminuir os custos.
Claro que o alerta causa medos e incertezas, mas ele não é novo e sim de 2010 e nada tem a ver com o Dr. Drauzio Varella. Leia abaixo na íntegra o alerta que circula pela rede sobre a mamografia e a necessidade do colar evitar câncer de tireóide.
Na quarta-feira, o Dr. Varela fez um programa mostrando o porquê do câncer da tireóide estar se expandindo rapidamente entre as mulheres. Ele afirmou que possivelmente possa ser um resultado das radiografias dentárias e das mamografias.
No avental que protege os radiologistas odontológicos, há uma pequena PESTANA que pode ser levantada e encostada ao pescoço (cobrindo a glândula tireóide). Normalmente não é usada. Há também um PROTETOR de Tireóide para uso durante as mamografias… mas é necessário pedi-lo ao radiologista.

Agora vem o comentário. Ontem, coincidentemente, fui fazer uma mamografia e perguntei ao técnico pelo protetor de tireóide e completamente seguro de si, ele o tirou de uma gaveta. Perguntei-lhe : Por que você não me ofereceu espontaneamente? E ele respondeu: “Não sei, mas basta pedir”.

ABSURDO!! Eles sabem, mas são orientados pelos patrões da Máfia Médica a não oferecerem para diminuir custos. Agora eu me pergunto: como é que eu me lembraria de pedir, se não tivesse visto aquele programa? Agora ,você que esta lendo já sabe, espalhe e exija os seus direitos!!
Compartilhe esta informação com suas AMIGAS e AMIGOS, peçam para que ELES também ajudem a divulgar para suas mães, irmãs, primas, esposas, namoradas, vizinhas, amigas, enfim!! E que eles peçam para todos fazerem o mesmo e divulgar tmb pelas ruas, trabalho, etc. Quanto maior número de mulheres informadas, muitas vidas serão poupadas!!! Repassando de outro grupo.” (sic)

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Será verdade mesmo que fazer mamografia sem o uso do colar protetor de tireoide causa câncer de tireóide?

MAMOGRAFIA CANCER PROTETOR de tireóide
Na verdade, o alerta não foi dado pelo Drauzio Varella na quarta-feira, ( que quarta-feira, aliás?), e sim pelo Dr. OZ, no programa da Oprah Winfrey nos EUA, no quadro Ask Dr. OZ ( Pergunte ao Dr, OZ). ( fonte: The New Yok Times ) Ele também tem seu próprio programa , The Dr. Oz Show, onde dá diversos conselhos médicos.  Pois bem, nessa entrevista, o Dr. Oz disse que as mamografias aumentavam o câncer de tireóide devido a radiação, e isso causou uma grande confusão e polêmica no meio médico.
dr OZ
Trata-se de um falso rumor, já que de acordo com estudos e especialistas na área, o indice de radiação absorvida pela tireóide durante uma mamografia não ultrapassa 0,2 milliSieverts, não justificando assim esse temor todo.
De acordo com o site Radiologia Clínica de Campinas (RCC) “A alusão ao efeito de mamografia em aumentar a incidência do câncer de tireóide é feita sem base cientifica, pois há diversos estudos publicados mostrando que o exame de mamografia não expõe a tireóide a doses consideradas nocivas.”

Ainda de acordo com os especialistas do site RCC, a dose de radiação absorvida pela tireóide seria cerca de 1% da dose que se recebe em 3 dias de exposição de radiação natural do fundo – Radiação natural do fundo são as radiações encontradas na natureza que chegam do espaço extraterrestre e de matérias radioativos existente na crosta terrestres. Ou seja, algo insignificante. Seria como se ao invés de ficarmos exposto a 365 dias de radiação de fundo, ficássemos 368 dias.

Desde 2010, depois da entrevista dada pelo Dr. Oz, a noticia virou viral e se criou a historinha da paciente relatando a “conspiração da máfia médica”. Mas a verdade, é que de acordo com a especialista em mamografia a Dra. Elvira Ferreira Marques, os hospitais, principalmente o que ela trabalha, Hospital A.C.Camargo, “possui o colar de proteção, que é feito de chumbo flexível, assim como os aventais usados pelos radiologistas. “Caso a paciente questione e tenha essa preocupação, nós o disponibilizamos para o uso. Porém, oferecer não é a rotina, pois nós sabemos que os riscos não aumentam em conseqüência da baixa radiação”.

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Dr Dauzio Varella fala sobre o câncer de mama e a importância da mamografia

O uso do nome do Dr. Drauzio Varella no boato serve apenas para dar uma falsa credibilidade ao mesmo, afinal, poucas pessoas conhecem o tal Dr. OZ, já o Dr. Drauzio Varella é conhecidíssimo e muito querido por todos.
Citar a “mafia médica’ também costuma ser de praxe em boatos alarmistas que adoram fazer um sensacionalismo, como se os médicos fossem todos uns safados que querem te deixar doente para lucrar mais e mais. Fala sério.
Dr, Drauzio Varella é um dos maiores incentivadores da mamografia e explica o necessário sobre ela no video abaixo, mas não fala em momento algum da necessidade do uso do colar de tireóide.  Se isso fosse importante de fato, o Dr. Drauzio certamente alertaria.

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=04D0RRHVASQ]
[tube]http://www.youtube.com/watch?v=04D0RRHVASQ[/tube]
Concluindo: Faça a mamografia sem medos, mas caso sinta receios pode pedir o tal colar, mas ele não é necessário, está ali apenas para dar mais segurança a mulher e evitar que devido a rumores falsos da internet, a mulher deixe de fazer esse exame tão importante que detecta tumores com menos de 1 cm, enquanto o exame de toque via apalpação detecta tumores com cerca de 3 cm , que é um tumor considerado grande com chances razoáveis de disseminação.
Fonte: Verdade Absoluta

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Policia Civil do Rio recebe novos equipamentos de análise científica 

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A Secretaria de Estado de Polícia Civil (Sepol) entregou hoje (20) ao Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) novos equipamentos que devem possibilitar laudos com técnica mais modernas, seguindo a classificação da Organização das Nações Unidas (ONU).

Um dos equipamentos é responsável por cromatografia gasosa acoplada, que em conjunto com o espectrômetro Raman, vai poder desvendar a estrutura de substâncias químicas e vai auxiliar a esclarecer a autoria e a materialidade de diversos crimes, entre outras aplicações. Segundo a assessora técnica especial da Sepol para assuntos de perícia Denise Rivera, o ICCE passa a ter um parque analítico, que permite fazer exames muito mais robustos, que possibilitarão identificar, por exemplo, uma droga com técnica avançada e descobrir drogas novas colocadas no mercado.

“Esses dois equipamentos juntos pegam uma série de exames, porque um complementa o outro. Há drogas ilícitas, mas que por serem novas, muitas delas sintéticas, não são conhecidas da Anvisa. Com esse aprimoramento, nós podemos identificar a droga que está sendo criada e informar à Anvisa, para que ela possa intervir na legislação e essa droga nova, também possa ser proibida. Se não está na lei não tem como coibir”, completou a assessora em entrevista à Agência Brasil.

De acordo com Denise Rivera, entre as aplicações na parte química é possível verificar medicamentos adulterados ou falsificados e também podem ser feitos exames em alimentos, documentos, em tintas, para saber a composição para chegar a conclusão se o documento é autêntico ou foi falsificado. Além disso, os equipamentos permitem a verificação da composição de cabelo e de pelo. “Tem uma gama muito grande de aplicações desses equipamentos, não apenas na química, mas utilizando a química como suporte para outras áreas da criminalísitca”, relatou.

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Elucidação

A assessora técnica especial da Sepol disse acreditar que casos como a morte do menino Henry, de 4 anos, vão poder ser elucidados de forma mais rápida. No fim do inquérito sobre o assassinato da criança, em abril, o diretor do Departamento Geral de Polícia da Capital (DGPC), delegado Antenor Lopes, destacou a importância da perícia técnica para o rumo das investigações que apontaram as participações do então vereador conhecido como Dr Jairinho, que perdeu o mandato, e da mãe do menino, Monique Medeiros da Costa e Silva.

“Nós conseguimos com essas análises, se a pessoa foi envenenada, que tipo de droga foi utilizada. Isso tudo vai dar subsídios para a investigação para que a gente tenha um índice de efetividade muito maior. Nós conseguimos agora determinar muito mais coisas do que antigamente, porque os equipamentos têm essa capacidade muito mais robusta”, contou.

Denise Rivera destacou, no entanto, que no caso do menino Henry, além da perícia técnica foi muito importante o trabalho de equipe das perícias médico legal e criminal, aliado à investigação. “Nós fizemos uma força tarefa que permitiu que tudo fosse feito com mais agilidade”, revelou, acrescentando que essa é uma tendência nas investigações a partir de agora.

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“Sempre que possível a gente vai trabalhar dessa forma. O único problema é ter disponibilidade de equipe. A gente tem cada vez um número mais reduzido de peritos. A Polícia Civil está muito desfalcada. Pela lei deveria ter 25 mil policiais civis e hoje está um pouco acima dos 8 mil”, afirmou.

Espera

Ainda de acordo com a assessora, os equipamentos estavam encaixotados há três anos, desde que foram adquiridos pelo Gabinete de Intervenção Federal, nas ações com emprego das Forças Armadas na área da segurança do estado do Rio de Janeiro, em 2019. Conforme Denise Rivera, os equipamentos só podem ser utilizados agora porque houve obras no Instituto de Criminalística Carlos Éboli para adequar o Laboratório Geral de Perícias Químicas.

“Comprar o equipamento só não era a solução, porque nós tivemos que fazer toda uma obra para que eles pudessem ser instalados. Toda parte elétrica, de encanamento de gás, a climatização porque eles não podem trabalhar com temperaturas altas, uma vez que queimam, uma mesa anti vibração porque o Raman não pode trabalhar com nenhum movimento, um ar que entra causa diferença na análise. Então, tudo isso foi feito e foi reformulado todo o laboratório”, explicou.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Geral

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