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Influenciadora digital, Pâmela Kowalski, abre oportunidades a influencers com o projeto Diamond House

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A empresária, tik tok e também influenciadora, Pâmela Kowalski, desenvolveu um projeto em 2021 para nano e micro influenciadoras de Santa Catarina, intitulado Diamond House (Casa dos Diamantes). A iniciativa, segundo ela, deu certo e este ano chega à sua segunda temporada, conquistando um novo espaço, ganhando força entre apreciadores do projeto.

Segundo ela, a ideia surgiu em setembro do ano passado, a partir da observação da dificuldade de alguns influencers em se destacar, apesar do grande potencial.

“Observei o quanto os influenciadores considerados ‘pequenos’ vem ganhando força e credibilidade por quem os segue e também por parceiros de publicidade. A Diamond House vem com tudo para mostrar que os nanos e micros Influencers tem uma forte influência na vida dos seus seguidores, direta e indiretamente todos os dias”, afirmou Pâmela ao Somos Notícia.

O projeto de criação da Casa dos Diamantes traz a proposta de dar visibilidade às influenciadoras envolvidas, abrindo a elas um leque de oportunidades. “…e também proporcionando momentos inéditos para seus seguidores, gerando conteúdos e dando a oportunidade para pequenas empresas, e até mesmo possibilitando que autônomos ganhem notoriedade através da publicidade de cada influenciadora envolvida no projeto.”

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A Diamond House reúne as integrantes nos finais de semana para produção e gravação de conteúdos, tudo com muita diversão, interação com os seus seguidores e troca de informações valiosas sobre engajamento e dicas, com um aprofundamento nas tendências do mundo digital.

“Um dos objetivos que tem grande relevância é a publicidade que acontece durante todo o final de semana, gerando visibilidade para lojas, marcas, empresas parceiras do projeto”, completou.

Uma curiosidade é que idealizadora Pâmela Kowalski tem um olhar de carinho, sensível e uma visão aguçada para meninas que estão tentando ainda começar no mundo digital e que tem grande potencial, mas precisam daquele famoso ‘empurrãozinho’, por isso em cada temporada que acontece, um dos seus objetivos é selecionar uma ou duas meninas com menos de mil seguidores, para abrir uma porta de oportunidades nesse início tão difícil, dando mentoria totalmente gratuita para essas meninas.

Pâmela finaliza afirmando que a Diamond House é um projeto “cheio de oportunidades para quem está envolvido”. Ela vem apostando todas as suas fichas nessa segunda temporada, com forte expectativa de que muito provavelmente acontecerá até setembro deste ano.

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Fotos: Kamilly Beatriz fotografias e Pluma fotografia e produções

Foto: Plumas Fotografia e Produção

Pâmela Kowalski

Ariana Justino

Mylla Queiroz | Foto: Kamilly Beatriz

Janine lacerda | Foto: Kamilly Beatriz

Dany Santos | Foto: Kamilly Beatriz

Juli coelho | Foto: Kamilly Beatriz

Eduarda Mara

Natália Oliveira | Foto: Kamilly Beatriz

Publicidade para marca Ades Brasil

Foto: Kamilly Beatriz

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Mulheres terão dia de conscientização sobre doenças cardiovasculares

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Classificadas, pela Organização Mundial de Saúde (OMS), como “a principal causa de mortes no mundo”, as doenças cardiovasculares (DCV) respondem por um terço dos óbitos femininos globais, superando, em letalidade, enfermidades como o câncer de mama e de útero. Apesar disso, os riscos e as formas de prevenção de problemas decorrentes de doenças do coração e dos vasos sanguíneos seguem pouco conhecidos.

A necessidade de informar e esclarecer a população e, principalmente, o público feminino sobre os fatores de risco cardiovascular e a importância do diagnóstico e tratamento precoce motivou o Congresso Nacional a aprovar, em março deste ano, a criação do Dia Nacional da Conscientização das Doenças Cardiovasculares na Mulher, a ser celebrado a cada 14 de maio.

A proposta, contida no antigo Projeto de Lei (PL) 1.136/19, de autoria da deputada federal Mariana Carvalho (PSDB-RO), foi sancionada pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, e publicada no Diário Oficial da União de hoje (1º). E celebrada por membros da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) – entidade que contribuiu com a redação do projeto de lei.

“Ações afirmativas são essenciais para reforçar a necessidade de assegurar a igualdade imprescindível entre homens e mulheres, particularmente em relação à conscientização das doenças cardiovasculares na mulher, que, lamentavelmente, ainda são negligenciadas no Brasil”, disse a representante do Conselho Fiscal da SBC, Gláucia Maria Moraes de Oliveira, quando a proposta foi, inicialmente, aprovada na Câmara dos Deputados, ainda em 2021 – para, depois, ser remetida ao Senado.

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O texto que transforma a iniciativa em lei estabelece que a instituição do Dia Nacional da Conscientização das Doenças Cardiovasculares na Mulher visa permitir, ao Poder Público, realizar ações em parceria com entidades médicas, universidades, escolas e organizações não governamentais ((ONGs) e outras entidades da sociedade civil.

Entre essas ações incluem-se a organização de palestras, de eventos, e de treinamentos sobre as doenças cardiovasculares na mulher; além da realização de ações de prevenção das doenças cardiovasculares e de conscientização sobre os fatores de risco cardiovascular. O objetivo, segundo o texto da Lei 14.320, é “ampliar e antecipar o diagnóstico, por meio do reconhecimento dos sinais de alerta” e “permitir o tratamento precoce e a reabilitação” a fim de “minimizar o impacto das doenças cardiovasculares na vida das pacientes, de seus familiares e de toda a sociedade brasileira”.

“Sabemos da importância da divulgação dos dados alarmantes sobre a alta morbimortalidade das mulheres por doenças cardiovasculares, que vem se tornando mais precoce, principalmente após a pandemia da covid-19. A conscientização da população leiga sobre estes dados é relevante para que possamos motivá-la a mudanças de estilo de vida e outras medidas preventivas”, afirmou, em nota divulgada quando da aprovação do projeto pelo Senado, a presidente do Departamento de Cardiologia da Mulher, da SBC, Maria Cristina Costa de Almeida.

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De acordo com a OMS, as doenças cardiovasculares incluem as enfermidades coronarianas (ou seja, dos vasos sanguíneos que irrigam o coração); cerebrovascular (dos vasos sanguíneos que irrigam o cérebro); de membros arterial periféricos (dos vasos sanguíneos que irrigam braços e pernas); danos no músculo do coração e em válvulas cardíacas devido à febre reumática, causada por bactérias estreptocócicas; as cardiopatias congênitas (malformações na estrutura do coração existentes desde o nascimento) e os casos de trombose venosa profunda e embolia pulmonar (coágulos sanguíneos nas veias das pernas, que podem se desalojar e se mover para o coração e pulmões).

Ainda segundo a OMS, os fatores de risco comportamentais que mais contribuem para o desenvolvimento das doenças cardiovasculares são as dietas inadequadas, sedentarismo, uso de tabaco e uso nocivo do álcool. Os efeitos destes fatores comportamentais de risco podem se manifestar por meio de pressão arterial elevada, glicemia alta, hiperlipidemia, sobrepeso e obesidade.

Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Saúde

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