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Inauguração de balneário é cancelada no Piauí após corpo de cabeleireiro ser encontrado no local

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Campo Largo do Piauí

A inauguração de um balneário foi cancelada pela Prefeitura de Campo Largo do Piauí depois que o corpo de um homem foi encontrado boiando nas águas do lago, horas antes do início do evento nesse domingo. Ele foi identificado como Lauderício Ferreira, de 40 anos.

De acordo com informações de testemunhas, o homem teria morrido afogado. O evento de inauguração seria parte da programação de aniversário do município, comemorado nesta terça-feira (25).

Outras festividades que estavam previstas para esta segunda-feira (24) foram canceladas. Ao g1, o prefeito lamentou a morte.

“Esse homem era um cabeleireiro muito conhecido e querido da cidade. Infelizmente, ele tinha problemas com álcool e no momento do acidente estava bêbado. As pessoas que estavam no local tentaram tirar ele da água, mas só conseguiram dez minutos depois, quando ele já estava morto”, explicou o prefeito ao g1.

O prefeito informou ainda que o afogamento aconteceu por volta das 7h de domingo (23), sendo que estava prevista para as 10h uma corrida de canoas no local, marcando o ato solene de inauguração oficial do Balneário Açude das Piranhas.

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Não foi confirmada ainda a nova da data de inauguração, prevista para março deste ano.

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Campo Largo do Piauí

Céu amanhece com tons vermelho e rosa em Teresina e Campo Largo com chegada de cinzas vulcânicas ao Piauí

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céu vermelho rosa

O céu ficou com tons vermelho e rosa em Teresina e Campo Largo na manhã dessa quarta-feira (09). O fenômeno aconteceu nas primeiras horas do dia, por volta das 4h30 e 5h30.

O climatologista Werton Costa disse que a coloração foi provocada pela chegada ao estado de cinzas da erupção do vulcão submarino Hunga Tonga-Hunga Ha’apai, localizado no Pacífico Sul, ocorrida no dia 15 de janeiro.

“As forças interiores da Terra que proporcionam a erupção do material piroclástico [resultante de erupção vulcânica], seja ele a lava, o gás ou a cinza, são imprevisíveis. Assim, o processo eruptivo lançou uma grande quantidade de partículas finas de cinzas, que foram literalmente transportadas pelo circulação atmosférica, pela corrente de ar, viajando pelo mundo”, informou o climatologista.

A luz do sol atravessa as partículas de cinza vulcânica e acontece um ‘espalhamento’, capaz de absorver outras cores e refletir o vermelho e rosa.

Essas cinzas atingiram também o Sul e o Sudeste do Brasil e depositaram-se e uma parte alta da atmosfera de ‘limite da troposfera’. O fenômeno acontece de forma aleatória e não periodicidade ou mecanismos de previsão.

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“De forma muito natural, o nosso céu muda de textura, o padrão azul é o hegemônico, na maior parte do dia. Porém, muda quando o Sol está nascendo ou se pondo. Quanto mais próximos os raios solares estiverem da linha do horizonte, ou seja, mais inclinados, você tem uma mudança do azul para o amarelo, do amarelo para o laranja e do laranja para o vermelho”, destacou ao g1.

Condições especiais do tempo seco e a existência de gases ou poluição em uma localidade, segundo Werton Costa, podem potencializar as cores do céu.

“As queimadas deixam o pôr do sol muito alaranjado, e cinzas vulcânicas deixam o nascer do sol avermelhado. É um fenômeno com prazo de validade. Primeiro porque a circulação atmosférica trata de dispersar as partículas, segundo porque as chuvas diluem as partículas, tiram o material do ar”, afirmou.

“Possivelmente o fenômeno aconteceu em todos os municípios do estado, mas foram poucos registros. O horário também dificulta, é muito curto”, completou Werton Costa.

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