O ex-presidente Jair Bolsonaro cumprirá prisão domiciliar com uso de tornozeleira eletrônica após receber alta do Hospital DF Star, em Brasília, na manhã desta sexta-feira (27). A decisão que concedeu o benefício foi do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
A internação de Bolsonaro ocorreu no dia 13 de março, quando foi levado por uma equipe do Samu ao hospital. Ele apresentou febre alta, queda na saturação de oxigênio, sudorese e calafrios enquanto estava no 9° Batalhão da Polícia Militar, no Complexo Penitenciário da Papuda.
Conforme a decisão de Moraes, expedida na última terça-feira (24), a prisão domiciliar terá um prazo inicial de 90 dias. Após este período, a manutenção do benefício será reanalisada pelo ministro, que poderá solicitar uma nova perícia médica.
Agentes da Polícia Militar do Distrito Federal farão a segurança na residência do ex-presidente para evitar tentativas de fuga. Em novembro do ano passado, antes de ser condenado, Bolsonaro foi preso após tentar violar o equipamento de monitoramento.
Condições da prisão domiciliar de Bolsonaro em 2026
Até ser hospitalizado, Bolsonaro cumpria pena de 27 anos e 3 meses por crimes como tentativa de golpe de Estado. Ele estava detido em uma unidade conhecida como Papudinha.
O boletim médico que confirmou a alta hospitalar foi assinado pelo cirurgião-geral Cláudio Birolini e pelos cardiologistas Leandro Echenique e Brasil Caiado. O diretor-geral do hospital, Allisson Barcelos Borges, também assina o documento.

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