Sergio Rico, ex-goleiro de 33 anos que defendeu Paris Saint-Germain e a Seleção Espanhola, foi amarrado e agredido por cinco homens encapuzados dentro de sua residência em Sevilha, na Espanha, na noite de anteontem (19). O grupo invadiu a casa enquanto o atleta jantava com a família e levou relógios de luxo, joias e dinheiro.
Segundo a imprensa espanhola, os criminosos desativaram o sistema de alarme antes de entrar. Rico, sua esposa Alba Silva, os filhos, a sogra e uma funcionária tentaram se refugiar em um dos quartos, mas os homens arrombaram a porta do cômodo e agrediram as vítimas. Rico foi amarrado durante a ação.
Assalto a Sergio Rico em Sevilha ocorre dias após crime semelhante na mesma região
O caso não foi isolado. Cinco dias antes, em 14 de outubro, a residência do atacante Antony, do Real Betis, também foi invadida na região metropolitana de Sevilha. O jogador estava em campo disputando uma partida contra o Porto pela Champions League quando o crime aconteceu.
Em suas redes sociais, Antony descreveu o que sentiu ao saber do assalto: “Uma noite que prometia ser brilhante acabou se tornando uma noite de raiva, tristeza e frustração. Minha casa foi invadida.” O atacante também disse que “o que mais dói e me deixa mais revoltado não é apenas a perda material. É a sensação de insegurança no lugar onde deveríamos nos sentir mais protegidos.”
A polícia espanhola abriu inquéritos para investigar os dois casos e apura uma possível conexão entre eles. Familiares de Sergio Rico prestaram depoimento formal após o crime.
Antony ainda afirmou que “não existe bem material no mundo que valha mais do que a vida, a paz e o bem-estar da minha família.”
Rico carrega um histórico recente de adversidade. Em maio de 2023, o goleiro sofreu um grave acidente de cavalo na Espanha, ficou 26 dias em coma induzido e passou 83 dias internado até receber alta.

