O presidente da República, Jair Bolsonaro, anunciou no final da tarde desta quinta-feira (26) o novo ministro da Saúde, Nelson Teich, que também assume um grande desafio: conduzir os destinos das ações no combate ao coronavírus.
O presidente agradeceu ao ex-ministro pela cordialidade e pela cordialidade e forma como conduziu o Ministério. “Tive agora há pouco uma conversa bastante produtiva e muito cordial onde nós selamos um ciclo do Ministério da Saúde. Em comum acordo eu exonero do ministério nas próximas horas. Foi realmente um divórcio consensual porque acima de mim e dele está a saúde do povo brasileiro. A vida para todos nós está em primeiro lugar. A questão do coronavírus se abate sobre todo o mundo e cada país tem as suas especificidades. Como presidente, eu coordeno 22 ministério, e na maioria das vezes o problema não afeta apenas um ministério. Quando se fala em saúde, fala-se em vida e não se pode deixar de falar em emprego. Uma pessoa desempregada é mais propensa a ter problemas de saúde do que uma desempregada. Desde o início, eu falei da vida e do emprego”, disse Bolsonaro.
O novo ministro, Nelson Teich, falou de um alinhamento completo entre ele, os ministros e Jair Bolsonaro. “Quero deixar claro que existe um alinhamento completo entre mim, o presidente e todo o grupo do Ministério. E, realmente, o que nós estamos fazendo é trabalhar para que a sociedade retorne de forma cada vez mais rápida a uma vida normal”, disse ele.
A transição de ministros começa hoje e deverá redirecionar os 22 ministros que integram o governo.
Todos os ministros estão envolvidos na mesma causa, sem exceção. Nós estamos juntos em defesa da vida e do nosso povo, em defesa dos empregos e também, obviamente, buscando levar tranquilidade e paz ao nosso povo. Não vai haver qualquer decisão brusca ou radical do que vai acontecer. O que é fundamental é que a gente consiga enxergar aquela informação que a gente tinha até ontem, decidir qual é a melhor ação, entender o momento e definir qual a melhor forma de isolamento. O que é necessário que as informações sejam sólidas, pois quanto menos informação se tem, mas se discute na emoção, e isso não leva a nada porque é absolutamente ineficiente. A gente discutir saúde e economia é muito ruim porque não competem entre si, pois ela são complementares. A gente tem uma discussão na área da saúde. Um desenvolvimento econômico arrasta as outras coisas. Quanto mais é desenvolvido economicamente um país, mais se investe em educação, saúde e mais se tem recurso para ajudar a sociedade. O que é importante é que a gente vai trabalhar isso tudo com detalhamento fundamental para que a gente entenda o que está acontecendo e se tome as ações e as política necessárias.