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Flávio Bolsonaro defende reformas administrativa, eleitoral e tributária e critica monitoramento do PIX

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) defendeu, em entrevista recente ao programa Pânico, a realização de reformas administrativa, eleitoral e tributária no país e criticou a proposta do governo federal de monitorar transações via PIX acima de R$ 5 mil mensais para fins de cobrança de Imposto de Renda.

Segundo o senador, a medida afetaria trabalhadores informais que utilizam o PIX para receber pagamentos no dia a dia. “Aquele cara que está ali, vendendo a bala no sinal, segurando o cartãozinho com o PIX, o cara que vai vender milho na praia, o cara que vende cachorro-quente lá na rua onde ele mora… o cara não tem nem noção, o cara nem sabe que tem que recolher Imposto de Renda muitas vezes. Ele está preocupado em fazer dinheiro para levar comida para dentro de casa. Esse… vai começar por esse pessoal? Você está de brincadeira comigo, né?”, afirmou.

Flávio Bolsonaro também apontou que a cobrança incidiria somente após as eleições. “Só que isso aí só vai ser cobrado ano que vem, depois da eleição. Então a gente tem que alertar as pessoas”, disse.

Senador propõe revisão das reformas administrativa, eleitoral e tributária

No mesmo trecho da entrevista, o parlamentar elencou marcos regulatórios aprovados durante o governo Jair Bolsonaro como exemplos de Política favorável ao empreendedorismo, citando o marco legal do saneamento básico e o marco legal das startups. De acordo com o senador, as medidas foram concebidas para “facilitar a vida de quem quer empreender”.

Sobre investigações em andamento no país, incluindo apurações relacionadas ao INSS e ao Banco Master, Flávio Bolsonaro afirmou que os casos ocorrem durante o governo Lula e que a situação “está causando um nojo de um nível tal que está tudo contaminado”, segundo suas palavras.

O senador declarou ainda que assinou requerimento para a instalação de CPMI do Banco Master e que subscreve pedidos de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal sempre que, em sua avaliação, houver descumprimento da lei. “Eu assinei a CPMI do Banco Master, eu assino impeachment de ministro do Supremo sem preocupação nenhuma e vou continuar fazendo sempre que eu entender que eles estão descumprindo a lei”, afirmou.

Homem de meia-idade, cabelo castanho grisalho, de terno preto e camisa branca, segurando microfone durante participação no programa Pânico da Jovem Pan, com logo 'Pânico JP' visível ao fundo
Entrevistado fala ao microfone durante participação no programa Pânico JP da Jovem Pan
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