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Detentos de facção carioca agridem policiais em presídio de Fortaleza e 11 ficam feridos

Internos de um grupo criminoso de origem carioca tentaram amotinamento e agrediram policiais penais na Unidade Prisional de Ensino, Qualificação e Trabalho (UPECT), em Fortaleza, Ceará, nesta semana. A Secretaria da Administração Penitenciária e Ressocialização (SAP) informou que 11 detentos sofreram lesões leves durante a ação de contenção.

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A SAP detalhou que, na tentativa de amotinamento, os criminosos arremessaram objetos, proferiram ameaças contra os servidores públicos e iniciaram um ataque coordenado contra o Estado.

“Na tentativa de amotinamento, os criminosos arremessaram objetos, proferiram ameaças contra os servidores públicos e iniciaram um ataque coordenado contra o Estado. A ação dos criminosos exigiu a pronta resposta dos policiais que utilizaram o uso progressivo da força contra os agressores. Dos criminosos que tentaram agredir os policiais, 11 sofreram lesões leves”, disse a Secretaria.

Ainda conforme a pasta, os detentos foram medicados e passaram por exame de corpo de delito. Todos os internos envolvidos responderão criminalmente pela ação contra o Estado, informou o órgão.

Corregedoria e Defensoria acompanham tentativa de amotinamento na UPECT

A Corregedoria dos Presídios da Comarca de Fortaleza informou que recebeu a denúncia sobre as ocorrências envolvendo a UPECT e instaurou um procedimento para apuração do caso.

A Defensoria Pública do Estado, por sua vez, destacou que mantém uma Comissão Permanente de Enfrentamento e Combate à Tortura e aos Maus-Tratos. Esta comissão é responsável por receber denúncias e encaminhamentos apresentados por familiares, movimentos sociais e outros órgãos da sociedade civil.

A entidade também acompanha as denúncias. “A Defensoria também realiza inspeções periódicas nas unidades prisionais e, sempre que necessário, encaminhando pedidos de providências aos órgãos competentes, como o Ministério Público do Estado do Ceará, Governo do Estado e o Tribunal de Justiça do Estado do Ceará, para as medidas cabíveis”, falou a Defensoria Pública.

A Defensoria acrescentou: “No caso em questão, houve denúncias que estão em caráter sigiloso dada a sensibilidade do tema, até as devidas apurações e responsabilizações”.

Policiais penais em corredor de presídio, representando a segurança e contenção após tentativa de motim em Fortaleza, Ceará.

Policiais penais contiveram tentativa de motim e agressão de detentos na UPECT, em Fortaleza, Ceará.

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