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Professores reagem após reajuste de 0,37% concedido por Lula para 2026

Professores das redes públicas de Educação do Brasil manifestam perplexidade com a proposta de reajuste salarial de 0,37% para 2026. O índice, considerado abaixo da inflação e inaceitável pela categoria, representa um aumento de R$ 18,10 no piso e resulta da aplicação do artigo 5º da Lei do Piso (11.738).

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O Valor Aluno Ano do Fundeb (VAAF) serve como referência para o reajuste dos professores da Educação Pública Básica e Fundamental. Este é o fator que levou ao índice de 0,37%.

Desde 2023, a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) alerta sobre a possibilidade de um índice que não corrige a perda inflacionária. Contenções e realocações dos recursos do Fundeb causaram a situação.

A entidade lembra que cenários semelhantes ocorreram em 2021, com reajuste de 0%, e em 2024, com 3,63%. O Sindeducação também faz alertas sistemáticos sobre o tema.

Professores pedem reajuste salarial de 6,25% para 2026

Para superar a defasagem apontada para este ano, a CNTE defende um reajuste de 6,25% em 2026. A proposta visa repor a inflação e garantir um ganho real de 1,85% para a categoria.

A CNTE reforça a urgência de retomar os trabalhos do Fórum do Piso, no âmbito do Ministério da Educação (MEC). O fórum é composto por secretários estaduais (Consed) e municipais (Undime) de educação.

O objetivo é definir um critério claro para a atualização anual do piso. Isso garantiria previsibilidade e valorização para as professoras e professores do país.

A situação se agrava ao considerar que, em 2023, um terço dos municípios brasileiros não pagava o piso salarial. Nenhum dos estados tem todas as suas Cidades obedecendo à Lei do Piso.

Mobilização em São Luís contra o baixo índice

Na Rede Pública Municipal de São Luís, a administração costuma anunciar o índice de reajuste durante a abertura da Jornada Pedagógica. O evento está previsto para esta terça-feira (21).

Muitas vezes, a decisão ocorre sem levar em conta as deliberações da categoria. Em razão do quadro, o Sindeducação organiza um calendário de mobilizações.

Uma plenária virtual ocorre nesta quarta-feira (14), em preparação para a Assembleia Geral. A assembleia está marcada para a próxima segunda-feira (20) e antecede a Jornada Pedagógica.

O sindicato convoca os moradores da cidade a participar das articulações da Campanha de Valorização. O objetivo é lutar e defender o índice de reajuste.

Professores da educação pública brasileira protestam contra proposta de reajuste salarial de 0,37% para 2026, segurando cartazes e faixas em manifestação.

Professores brasileiros se mobilizam contra o reajuste salarial de 0,37% e exigem valorização da educação pública.

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