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Aluno de escola pública em Teresina é contratado por multinacional para dar aulas de programação

O Piauí é o estado com maior percentual de alunos do ensino médio matriculados em formação técnica, com 68,8% dos estudantes. O índice é superior à média nacional de 20,1%. Neste cenário, um aluno da rede estadual foi contratado por uma empresa multinacional para lecionar programação.

Jhonata Lima Silva, 18 anos, estudante da 3ª série do Centro Estadual de Tempo Integral Modestina Bezerra, em Teresina, assinou em janeiro de 2026 um contrato de dois anos com a Kodland, empresa russa de ensino de Tecnologia. Ele atua como instrutor para turmas de jovens brasileiros.

A contratação ocorreu após o estudante se candidatar a uma vaga divulgada online. Segundo Jhonata, o portfólio com projetos desenvolvidos durante o ensino médio técnico em desenvolvimento de jogos digitais foi um diferencial no processo seletivo, que incluiu testes de conhecimento e didática.

O interesse pela área começou em uma plataforma da Secretaria Estadual de Educação, onde ele afirma ter aprendido a base de lógica de programação. Atualmente, o jovem mora no bairro Dirceu 2, zona sudeste da capital, com a mãe e três irmãos.

Atuação do estudante do Piauí contratado por multinacional

Nas aulas, Jhonata Lima Silva utiliza as linguagens Python e Scratch. A metodologia da empresa, que tem sede em Moscou e foi criada em 2018, foca no desenvolvimento de projetos práticos, como jogos simples, para fixar o conteúdo teórico.

A Kodland é uma plataforma online de ensino de programação para crianças e adolescentes, com atuação em diversos países. As aulas são ministradas ao vivo e adaptadas para diferentes públicos.

Com a experiência profissional, o estudante planeja cursar engenharia de software. Ele declarou que seu objetivo é trabalhar para empresas fora do país e, se possível, conciliar a carreira com a atividade de ensino.

Jovem estudante Jhonata Lima Silva sentado em frente a um computador com linhas de código na tela, em um ambiente de estudo.
Jhonata Lima, 18, aluno de escola pública em Teresina, agora leciona programação para uma empresa multinacional russa.

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