O treinador da seleção brasileira, Carlo Ancelotti, confirmou que Neymar permanece no grupo de jogadores convocados e descartou qualquer interferência externa sobre a decisão. A declaração veio em resposta a questionamentos da imprensa sobre pressões que teriam influenciado a escolha do atleta.
Duas listas, uma decisão: como foi a convocação de Neymar
No dia em que o grupo foi anunciado, a informação disponível era de que o jogador apresentava um edema. Por isso, o treinador chegou a preparar dois cenários distintos. “Tinha duas listas preparadas, uma com o Neymar e uma sem o Neymar, dependendo da gravidade da lesão”, explicou o técnico. A lesão chegou a ser avaliada como potencialmente de grau dois, o que tornava a permanência do atleta incerta.
A definição, segundo o treinador, ocorreu antes mesmo do anúncio oficial. “Neymar quando eu cheguei ao museu estava nos 26”, afirmou, referindo-se ao total de convocados.
Treinador rejeita pressão externa na convocação do Neymar
Parte da imprensa e da torcida passou a especular que a permanência do jogador teria sido influenciada por fatores além do campo. O treinador rechaçou a versão. “A pressão que teve era uma pressão não para externo para a qualidade dos jogadores brasileiros em todo mundo”, disse.
Ele foi além ao tentar contextualizar o peso da decisão. “Esta é pressão porque como disse deixa pensar que hemos deixado fora desta lista jogadores importante, não é? Hemos tomado essa decisão sem ninguimos M”, declarou — trecho com aparente dificuldade de transcrição, mas que indica a defesa de que a escolha foi autônoma e baseada em critérios técnicos.
Em nenhum momento o técnico sinalizou que Neymar seria cortado. “Que ele não vai ser cortado e vai ficar eh com o grupo de jogadores”, pontuou, encerrando a dúvida sobre a presença do camisa 10 na lista.
