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Wrestling: seleção nacional disputa Pan-Americano Sênior na Guatemala

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A partir desta quinta-feira (27), a seleção brasileira de Wrestling inicia a disputa do Pan-Americano Sênior da modalidade na Cidade da Guatemala, capital do país da América Central.

Serão 18 atletas nacionais distribuídos nos três estilos olímpicos da modalidade. A primeira equipe verde e amarela a lutar será a do estilo greco-romano, composta por Marat Garipov (60kg), Calebe Corrêa (67kg), Igor Queiroz (97kg) e Isaque Conserva (130kg).

Na sexta-feira (28), será a vez da participação dos atletas do estilo greco-romano. Joilson Júnior (77kg) e Ronisson Brandão (87kg) representarão o país. No sábado (29), Aline Silva (76kg) e Laís Nunes (62kg), classificadas para os Jogos Olímpicos no estilo livre, buscam pontos importantes no ranking que vai definir as cabeças de chave em Tóquio. Eduard Sogohomonyan, outro representante do Brasil em Tóquio, não disputa o Pan-Americano. Além das atletas olímpicas, o Brasil será representado nessa categoria por Kamila Barbosa (50kg), Sabrina Gama (53kg), Giullia Penalber (57kg) e Grabriela Rocha (68kg).

No domingo (30), no encerramento do torneio, os lutadores do estilo livre masculino entram em ação. Nessa categoria, o Brasil tem Bryan Oliveira (57kg), Marcos Siqueira (65kg), João Victor Santos (70kg), Renato Patrício (74kg), Thales Reis (86kg) e Marcos Carrozzino (97kg). O Canal Olímpico transmite ao vivo a participação dos atletas brasileiros no campeonato.

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Edição: Marcio Parente

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Mundo celebra o dia do judô nesta quinta-feira

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O Dia Mundial do Judô é celebrado nesta quinta-feira (28). Criado pelo japonês Jigoro Kano, o esporte já deu ao Brasil 24 medalhas olímpicas (4 ouros, 3 pratas e 17 bronzes). Quem treina forte para também subir nesse pódio é Yasmim Lima. Natural de Fortaleza, a cearense tem 20 dos 24 anos dedicados ao caminho suave, alcunha pela qual a modalidade também é conhecida.

“Lembro como se fosse hoje quando vesti meu primeiro quimono. No começo, não tínhamos condição de comprar, até que minha mãe comprou o tecido para minha vó fazer. É minha armadura, com ele me sinto completa”, conta a atleta, que há quatro anos decidiu se mudar para o Rio de Janeiro com o marido e treinador, Erlani Júnior.

Yasmim Lima, judô Yasmim Lima, judô

Yasmim Lima (azul) em ação no Grand Prix de Zagreb (Croácia) – Sabau Gabriela/IJF/Direitos Reservados

O casal se conheceu ainda na infância, durante treinos. “Ele [judô] nos deu uma união, um casamento. Para nós também foi um caminho de amor”, declara Erlani.

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Campeã Pan-Americana, nos Jogos de 2019 (Lima), e bicampeã brasileira na categoria meio-leve (até 52 kg), Yasmim conta a principal lição que aprendeu como judoca: “O judô mudou minha vida e pode mudar a vida de qualquer um. Ele pode ensinar não só a lutar, mas a ter um espírito mais forte, coragem, humildade, enfim, acho que molda um ser humano melhor”.

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Edição: Fábio Lisboa

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