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Vendas do comércio têm crescimento de 1,6% em maio

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As vendas no comércio tiveram alta de 1,6% no mês de maio em comparação ao mês anterior. O setor de materiais de construção voltou a ser destaque, com elevação de 4,8%. Os dados, nacionais, são do Indicador de Atividade do Comércio da Serasa Experian e foram divulgados hoje (11).

De acordo com a pesquisa, todos os segmentos cresceram em maio, na comparação com o mês anterior, exceto o de combustíveis e lubrificantes, que teve a maior baixa do ano (6,8%). Supermercados, hipermercados, alimentos e bebidas cresceram 1,7%; móveis, eletrodomésticos, eletroeletrônicos e informática, 3,2%; veículos, motos e peças, 2,8%; e tecidos, vestuários, calçados e acessórios, 3,5%.

“As restrições de funcionamento impostas aos comércios físicos nos meses de março e abril foram amenizadas a partir do início de maio, sendo assim, a presença mais ativa dessas empresas possibilitou um maior nível de consumo e uma leve aceleração das vendas”, destacou o economista da Serasa Experian Luiz Rabi.

Edição: Fernando Fraga

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Dólar fecha abaixo de R$ 5 pela primeira vez em mais de um ano

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Influenciado pela perspectiva de aumento de juros no Brasil e pelo cenário internacional, o dólar fechou abaixo de R$ 5 pela primeira vez em mais de um ano. A bolsa de valores recuperou-se no fim da tarde, mas encerrou o dia com leve queda.

O dólar comercial fechou esta terça-feira (22) vendido a R$ 4,966, com recuo de R$ 0,057 (-1,13%). A cotação chegou a iniciar o dia em alta, mas reverteu o movimento e passou a operar em queda livre no fim da manhã.

A moeda norte-americana está no menor nível desde 10 de junho de 2020, quando estava em R$ 4,936. A divisa acumula queda de 4,95% em junho. No ano, a queda chega a 4,29%.

O otimismo no câmbio contrastou com o mercado de ações. O índice Ibovespa, da B3, fechou o dia aos 128.767 pontos, com recuo de 0,38%. O indicador chegou a cair 1,1% durante a manhã, mas recuperou-se durante a tarde.

A divulgação da ata da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central contribuiu para a queda do dólar. O documento indicou que a autoridade monetária pode acelerar a alta de juros no Brasil, caso a inflação continue alta. Juros mais altos estimulam a entrada de capitais em países emergentes, diminuindo a pressão sobre o câmbio.

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Paralelamente, a perspectiva de um aperto mais intenso na política monetária afeta a bolsa. Com a alta da taxa Selic, os juros básicos da economia, os investidores se sentem estimulados a tirar recursos da bolsa e voltar a aplicar em renda fixa, que oferece menos riscos que o mercado de ações.

O dólar também caiu no exterior após declarações de Jerome Powell, presidente do Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano). Em apresentação a deputados norte-americanos, ele disse que a inflação na maior economia do planeta é transitória e que o Fed não pensa em retirar tão cedo as medidas de estímulo para recuperar os Estados Unidos da crise gerada pela pandemia de covid-19.

* Com informações da Reuters

Edição: Aline Leal

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