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UFSCar oferece assistência a idosos que sofreram quedas

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Idosos que sofreram quedas acidentais podem buscar apoio na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar,) por meio do Programa Multidimensional e Assistencial de Gestão para Idosos Caidores (Magic). O programa está buscando voluntários a partir de 60 anos de idade, que residam em qualquer região do país e que tenham sofrido queda nos últimos 12 meses.

Pelo programa, serão oferecidos aos participantes avaliações, intervenções de atividades físicas e cognitivas para melhora da mobilidade, coordenação, força muscular, equilíbrio, atenção e memória.

Os participantes vão ser avaliados de forma individual e serão assistidos por profissionais. Por causa da pandemia de covid-19, o programa será ofertado de forma remota. O objetivo é melhorar a resistência física dos participantes e prepará-los para lidar com a ameaça de quedas.

Para participar do programa, os idosos devem preencher o formulário disponível na internet  ou fazer contato com os pesquisadores pelo e-mail [email protected] ou pelo Whatsapp (16) 99729-9855. Após o preenchimento do formulário, os idosos devem aguardar o retorno da equipe, que vai explicar os próximos passos.

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Edição: Graça Adjuto

Fonte: EBC Saúde

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Chanceler brasileiro diz que pretende ampliar relações com China

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O ministro das Relações Exteriores, Carlos França, disse hoje (6) que o Brasil pretende ampliar e diversificar as relações econômicas e comerciais que têm com a China. Em audiência na Comissão de Relações Exteriores do Senado, o chanceler acrescentou que a relação com o país asiático está entre as prioridades do governo brasileiro.

Ao iniciar sua fala, o ministro das Relações Exteriores disse que a China é um dos países priorizados pelo Brasil e que, além de ser o maior parceiro comercial, é um dos nossos cinco maiores investidores estrangeiros.

“O comércio bilateral cresceu em 2020, apesar da pandemia, para volume recorde de US$ 102,5 bilhões, com saldo superavitário para o Brasil de US$ 33 bilhões. Queremos um relacionamento econômico e comercial maior e mais diversificado com a China. Nossas exportações, ainda concentradas em poucos produtos primários, poderão expandir-se em quantidade e em variedade”, disse o chanceler.

A afirmação foi feita após a presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado, Kátia Abreu (PP-TO), ter manifestado preocupação com a possibilidade de as relações entre os dois países serem “vetadas, atrapalhadas ou impedidas”.

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“Em 2020, a China absorveu 32,3% de exportações brasileiras, o que propiciou ao nosso país superávit comercial de US$ 33,8 bilhões. O Brasil responde hoje por 4% de tudo que a China importa, e esse número cresce para 22% no caso do agronegócio. Temos espaço para avançar. Caso a China cresça a uma taxa anual de 4,6% na próxima década, as exportações podem saltar de US$ 34 bilhões ao ano, para US$ 53 bilhões. Nada pode impedir essa grande perspectiva para nosso país”, disse a senadora ao abrir a audiência.

Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Saúde

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