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Tribunal determina retorno de lockdown no DF

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O desembargador do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, Souza Prudente, determinou nesta quarta-feira (8) que o governo do Distrito Federal (GDF) retome as medidas de restrição ao comércio e atividades não essenciais, que vigoraram por 29 dias e foram relaxadas no último dia 29 de março. 

Na decisão, Prudente indeferiu o recurso que pedia a derrubada de uma outra decisão, tomada pela juíza federal Katia Balbino de Carvalho Ferreira, da 3ª Vara Federal Cível do Distrito Federal. No dia 30 de março, a magistrada ordenou o fechamento do comércio não essencial no DF , como shoppings, bares e restaurantes, até que a ocupação de leitos de unidades de terapia intensiva (UTIs) disponíveis na rede pública estivesse entre 80% e 85%. Além disso, a lista de espera de leitos de UTI para pacientes com covid-19 deveria ficar com menos de 100 pessoas. A decisão acabou sendo suspensa um dia depois, em despacho proferido pela desembargadora federal Angela Catão, também do TRF1, a partir de um recurso protocolado pelo GDF. Agora, com a nova decisão do desembargador Souza Prudente, o DF deverá retomar o lockdown adotado ao longo do mês de março.

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“Conforme bem demonstrado pelo juízo monocrático, calcado em dados analíticos diariamente atualizados, a gravidade do quadro inicialmente verificado e que serviu de base para a adoção de medidas restritivas de mobilidade urbana no âmbito do Distrito Federal não sofreu qualquer redução, mas sim agravamento, a demonstrar que houve e há uma escalada no risco de iminente colapso do serviço de saúde público e privado no Distrito Federal, não se justificando, dessa maneira, o relaxamento de tais medidas, enquanto não reduzidos os índices de contaminação e de capacidade de atendimento e tratamento às enfermidades decorrentes do contágio do coronavírus”, diz um trecho da decisão, que tem validade imediata, mas cabe recurso por parte do GDF.

Edição: Claudia Felczak

Fonte: EBC Saúde

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No Rio, 5% não tomaram segunda dose da vacina na data estipulada

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Aproximadamente 5% das pessoas que tomaram a primeira dose da vacina contra a covid-19 no Rio de Janeiro não retornaram aos postos de vacinação para receber a segunda dose na data estipulada. A Secretaria Municipal de Saúde orienta os aqueles que perderam o prazo a procurar um posto de vacinação o mais rápido possível. 

De acordo com a secretaria, a procura pela segunda dose está dentro do esperado. Os intervalos entre as doses para a CoronaVac e a AstraZeneca são diferentes: 28 dias para a primeira e 12 semanas para  a segunda. Portanto, quem tomou o primeiro lote da AstraZeneca, ofertado por volta do dia 25 de janeiro, só deverá retornar para a segunda dose no fim de abril.

Na segunda-feira (12), o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, fez um apelo, em entrevista ao programa Sem Censura, da TV Brasil, para que pessoas que foram imunizadas com a primeira dose da vacina contra covid-19 não desobedeçam a prescrição do medicamento e tomem, dentro do prazo recomendado, a segunda dose.

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, participa do programa Sem Censura,  na TV BrasilO ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, participa do programa Sem Censura,  na TV Brasil

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, participa do programa Sem Censura, da TV BrasilMarcello Casal JrAgência Brasil
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De acordo com o ministro, em todo o país, estão com a segunda dose da vacina contra a covid-19 atrasada. O estado do Rio de Janeiro aparece em terceiro lugar, com mais de 140 mil pessoas com a segunda dose atrasada. Tomar a segunda dose no prazo estipulado é necessário para que a vacina tenha mais eficácia.

Na cidade do Rio de Janeiro, segundo o Painel Covid-19, até o início da tarde desta quarta-feira (14), 1,14 milhão de pessoas receberam pelo menos a primeira dose da vacina, o que corresponde a 16,9% da população carioca. Entre os idosos com mais de 60 anos, o percentual é de 78,2%. São, ao todo, 296 mil pessoas as que já tomaram a segunda dose.

Em nota, a prefeitura reforça: “Quem perdeu a data do retorno pode procurar um posto de vacinação o mais breve possível para tomar a dose”.

Na cidade do Rio foram confirmados 239 mil casos de covid-19 e foram registradas 21,9 mil mortes em decorrência da doença. Os dados foram atualizados ontem (13). Há, no momento, 67 pessoas aguardando vagas em hospitais.

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Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Saúde

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