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Suparc lança Programa de PPP que ajudará municípios a oferecer serviços de melhor qualidade

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Para apoiar os municípios na oferta de melhores serviços públicos à população, a Superintendência de Parcerias e Concessões do Piauí (Suparc) lança nesta segunda-feira (05), a primeira etapa do Programa PPP Piauí Cidades Inteligentes. A solenidade de assinatura dos acordos de cooperação técnica com as 10 prefeituras que aderiram ao projeto acontece às 11h no auditório do Seadprev no Centro Administrativo, com transmissão ao vivo pelo canal do Governo no Youtube (https://youtu.be/ZHG50Cc0Dkw) e pelo Facebook da PPP Piauí.

Os primeiros municípios que integrarão o Cidades Inteligentes são Angical, Barras, Buriti dos Montes, Campinas, Castelo, Floriano, Itainópolis, Jaicós, Miguel Alves e São João. Os acordos de cooperação técnica vão garantir aos municípios o apoio da Suparc e do Instituto de Planejamento e Gestão de Cidades (IPGC) na assessoria, estudos de viabilidade técnica, econômico e financeira, e modelagem licitatória para estruturação de projetos estratégicos de Concessões Públicas e Parcerias Público-Privada (PPPs) nos setores de conectividade, saneamento, energia solar, iluminação pública e resíduos sólidos.

O Piauí é o primeiro estado do Brasil a desenvolver um programa de parceria público privada municipal, assessorando na estruturação dos projetos e atraindo recursos para a otimização dos serviços públicos de cidades de menor porte. “Com a pandemia da Covid-19 e a crise econômica que acarretou, a situação fiscal de muitos municípios está fragilizada. As PPPs são alternativas viáveis para conseguir investimentos em infraestrutura, contribuindo com desenvolvimento econômico e social das cidades piauienses. São mais de 200 mil pessoas que residem nesses 10 municípios e serão beneficiadas como resultado dessa primeira etapa”, comenta Viviane Moura, superintendente da Suparc.

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Segundo Leonardo Santos, diretor presidente do IPGC, um dos pontos do projeto é atingir não apenas a eficácia, mas também a eficiência na execução dos serviços. “A grande diferença das PPPs de Cidades Inteligentes é que são gastos que os municípios já têm, como iluminação pública, por exemplo. E o nosso desafio com esse programa é ofertar parcerias para utilizar melhor esses recursos disponíveis, ampliando serviços”, afirma.

Fonte: Governo PI

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Defensoria passa a adotar ferramenta para inclusão em postagens nas redes sociais

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Instituição quer garantir maior acessibilidade

A Defensoria Pública do Estado do Piauí passa a adotar em suas redes sociais a hashtag #PraTodosVerem, alternativa tecnológica inclusiva que visa proporcionar acessibilidade com foco inicial nas pessoas com deficiências visuais, mas estendendo-se às demais deficiências.

Uma abordagem mais ampla da #PraCegoVer, criada pela professora baiana Patrícia Braille, especialista em educação especial na perspectiva da educação inclusiva, a #PraTodosVerem não se limita a inclusão apenas de pessoas cegas, mas a todos os usuários das redes, estimulando o uso de descrição de imagens o que permite a captação do que está inserido na imagem postada, tendo em vista que traz uma descrição do que contém na foto ou arte postada.

A descrição feita a partir da hashtag tem que adotar algumas especificidades como, por exemplo, descrever o que contém na imagem seguindo a sequência da escrita e leitura ocidental, isto é, da esquerda para direita e de cima para baixo, tendo antes descrito do que se trata, se é foto, desenho, charge, tirinha, ilustração etc. Nas redes sociais essa ferramenta já vem sendo usada por empresas e instituições, a exemplo do Conselho Nacional de Justiça, que buscam proporcionar maior acessibilidade e interação com o público que desejam atingir.

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O presidente da Escola Comradio e Instituto ILEVE, Iraildon Mota, que coordena no Piauí o projeto Mulheres de Visão, fala mais sobre a utilização da hashtag. “Nós usamos a #ParaTodosVerem porque falamos para todos, não apenas para os cegos ou para um grupo específico de pessoas. Com as tecnologias atuais, pessoas com baixa visão, com 30% ou menos no melhor olho, além de pessoas com deficiências mentais e físicas, podem usar a descrição de imagens estáticas ou audiodescrição”, informa, acrescentando que a limitação da descrição aos cegos seria algo como “sugerir um produto análogo, por exemplo, à “moda plus size” ou “macarrão sem glúten” – todos poderiam entender, mas se tornaria muito específica, ou somente para os cegos”.

Sobre a iniciativa da Defensoria Pública, Iraildon Mota afirma que “quando se toma a atitude de adotar a descrição de imagens nas redes sociais, não é apenas uma decisão comunicacional, mas uma ação concreta de respeito com as pessoas com deficiência visual. No mundo cada vez mais imagético isso reforça o quanto há possibilidades de se incluir agregando valor à comunicação e dando um grande exemplo para a sociedade. A Defensoria Pública do Estado do Piauí se torna protagonista com está iniciativa e serve como estimulo para outras instituições”.

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O defensor público geral Erisvaldo Marques, afirma que a adoção da hashtag é mais uma alternativa de inclusão adotada pela Defensoria Pública. “A Defensoria Pública trabalha em todos os segmentos na seara dos Direitos Humanos, procurando cada vez chegar mais próximo das pessoas, independente de suas limitações. Entendemos que a acessibilidade no meio digital ajuda a quebrar as barreiras de acesso à informação, tanto para os que têm algum tipo de deficiência visual, como outros tipos de deficiências. Assim, optamos por aderir a essa ferramenta visando tornar a nossa instituição cada vez mais acessível. Nesse contexto, a Defensoria Pública já tem trabalhado parcerias, como a desenvolvida com a Escola Comradio, por meio do Projeto Mulheres de Visão, que também nos serve de inspiração para a adoção dessa prática. É sempre interesse da Defensoria colaborar para o desenvolvimento de ações que busquem garantir a cidadania dos que são marginalizados e vítimas do preconceito”, afirma.

Fonte: Governo PI

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