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Saúde autoriza abertura de 631 leitos de UTI no DF e em 11 estados

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O Ministério da Saúde autorizou nesta quarta-feira (24) a abertura de 631 leitos de UTI Covid adultos e 54 pediátricos e para isso destinou R$ 32,88 milhões.

Segundo portaria publicada no Diário Oficial da União, o valor será repassado mensalmente a 12 unidades da federação e municípios beneficiados. As despesas autorizadas valem para o primeiro trimestre deste ano.

De acordo com o ministério, a portaria considera solicitações dos gestores estaduais e municipais de Saúde, encaminhadas por meio do Sistema de Apoio a Implementação de Políticas de Saúde, analisadas e aprovadas tecnicamente pela Coordenação-Geral de Atenção Hospitalar e Domiciliar.

“Fica estabelecido recurso financeiro do Bloco de Manutenção das Ações e Serviços Públicos de Saúde – Grupo Coronavírus (covid-19), a ser disponibilizado aos estados e municípios”, diz a portaria. A verba será repassada aos estados e municípios em parcelas mensais.

Pela portaria, o Paraná será o estado com mais leitos de unidade de terapia intensiva abertos: 186 para adultos. Em seguida, aparecem os estados de Santa Catarina, com 172 leitos adultos, e de Mato Grosso, com 105 leitos adultos e 10 pediátricos. O Distrito Federal terá 50 leitos adultos e São Paulo, 50 para adultos e nove pediátricos.

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Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Saúde

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Estado do Rio melhora índices epidemiológicos da covid-19

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A situação da pandemia de covid-19 regrediu no Estado do Rio de Janeiro, que deixa a Bandeira Roxa (risco muito alto de disseminação) e entra na Bandeira Vermelha (risco alto), o que aponta para uma melhora nos parâmetros epidemiológicos. É o que mostra a 26ª edição do Mapa de Risco da Covid-19, divulgada nesta sexta-feira, (16) pela Secretaria de Estado de Saúde.

Esse movimento é percebido na região serrana. As regiões do Médio Paraíba, Centro-Sul, Baixada Litorânea, Noroeste, Norte, Baía de Ilha Grande e região metropolitana II (inclui sete municípios: Itaboraí, Maricá, Niterói, Rio Bonito, São Gonçalo, Silva Jardim e Tanguá), permanecem com Bandeira Vermelha.  A região metropolitana I, que tem a capital e os municípios da Baixada Fluminense, é a única do estado que permanece com Bandeira Roxa, que indica risco muito alto de contrair a doença. A análise compara a semana epidemiológica 13 (28 de março a 4 de abril) com a 11 (14 de março a 21 de março) de 2021.

Cada bandeira representa um nível de risco e um conjunto de recomendações de isolamento social, que variam entre as cores roxa (risco muito alto), vermelha (risco alto), laranja (risco moderado), amarela (risco baixo) e verde (risco muito baixo).  

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Aumento de óbitos

O Estado do Rio de Janeiro apresentou aumento de 38% no número de óbitos e uma redução de 13% nos casos de internações por síndrome respiratória aguda grave (SRAG)  na comparação entre as semanas epidemiológicas analisadas. 

As taxas de ocupação de leitos no estado, nesta sexta-feira (16), estão em 69,6% para leitos de enfermaria e 88% para UTI. Os resultados apurados para os indicadores apresentados devem auxiliar a tomada de decisão, além de informar a necessidade de adoção de medidas restritivas, conforme o nível de risco de cada região.

Redução de mortes entre idosos

Entre janeiro e março deste ano, as internações e os óbitos de idosos acima de 80 anos diminuíram. Segundo o levantamento da Subsecretaria de Vigilância em Saúde (SVS), as reduções relativas ao período chegam a 49% nas internações e a 44% nos óbitos decorrentes de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) de pacientes acima de 90 anos. Já em relação a idosos com mais de 80 anos, as quedas são de 22% para mortes e 33% para hospitalização. A comparação foi feita entre os meses de janeiro e março, considerando as semanas epidemiológicas 01 a 04 (3 a 30 de janeiro), e 9 a 12 (28 de fevereiro a 27 de março). A principal hipótese é que o início da vacinação para essa faixa etária tenha causado a redução.

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Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Saúde

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