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São Paulo identifica quatro novos casos da variante Delta

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Quatro novos casos de pessoas infectadas pela variante Delta, cepa identificada inicialmente na Índia, foram confirmados hoje (21) na cidade de São Paulo. Com isso, a capital soma 12 casos.

Dos novos casos confirmados, dois são de pessoas que vivem na zona leste da capital, uma na zona sul e outra na região central. Todos esses pacientes, informou a prefeitura, estão sendo acompanhados pela Secretaria Municipal da Saúde.

A prefeitura não informou se os novos casos se referem a casos autóctones (de transmissão comunitária) ou de pessoas que estiveram em viagem ou em contato com estrangeiros (casos importados).

Desde maio, a prefeitura de São Paulo tem intensificado estudos para monitorar o surgimento de novas variantes na cidade (https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2021-05/sao-paulo-inicia-estudos-para-monitorar-chegada-de-variante-indiana )

O novo coronavírus, vírus causador da covid-19, sofreu diversas mutações. Quatro delas são consideradas pelas autoridades sanitárias como de atenção mundial por terem a possibilidade de aumentar a transmissão ou tornar a doença mais grave. São elas: Gamma (P.1), Alpha (B.1.1.7), Beta (B.1.351) e Delta (B.1.617.2). A Delta é a que hoje gera maior preocupação em todo o mundo, sendo responsável pelo aumento de casos em diversos países, inclusive na Europa. Em São Paulo, neste momento, a Gamma é a de maior prevalência. 

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Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Saúde

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Anvisa encerra análise de pedido de uso emergencial da Covaxin

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu por unanimidade, neste sábado (24), encerrar o processo que tratava da autorização temporária de uso emergencial, em caráter experimental, da vacina Covaxin.

A decisão foi tomada após a Anvisa ser comunicada pelo laboratório indiano Bharat Biotech Limited International que a empresa brasileira Precisa não possui mais autorização para representá-la no país. A farmacêutica é a fabricante da vacina Covaxin.

A diretora Meiruze Freitas, relatora do processo, destacou no voto que “o rompimento da relação comercial entre as empresas, bem como a decadência de requisito fundamental para a Autorização de Uso Emergencial, implica em impedimento da manutenção e continuidade da avaliação do pedido. A negativa está ancorada ao princípio da eficiência, uma vez que seguir com uma avaliação técnica de uma petição já administrativamente corrompida implicaria em significativo desperdício de esforços e recursos da administração”.

Em nota, a agência informou que o processo “será encerrado, sem a avaliação de mérito do pedido de autorização temporária de uso emergencial, em caráter experimental, protocolado pela empresa Precisa Comercialização de Medicamentos Ltda no dia 29 de junho deste ano”.

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Estudos clínicos

Também pelo fato da Precisa não representar mais a Bharat Biotech no Brasil, ontem (23), a Anvisa já havia suspendido, cautelarmente, os estudos clínicos da vacina Covaxin no país. Por determinação da Coordenação de Pesquisa Clínica (Copec) do órgão, os ofícios comunicando a suspensão cautelar foram enviados ao Instituto Albert Einstein e à então patrocinadora do estudo, a empresa Precisa Comercialização de Medicamentos Ltda. A aplicação da vacina em voluntários brasileiros não chegou a acontecer.

Edição: Paula Laboissière

Fonte: EBC Saúde

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