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RJ: prefeitura vai demolir dois andares de prédio em Rio das Pedras

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Técnicos da Secretaria Municipal de Conservação (Seconserva) iniciaram na manhã de hoje (11) o trabalho de escoramento de um prédio em Rio das Pedras, na zona oeste do Rio de Janeiro, para fazer a demolição manual de dois pavimentos do imóvel ainda nesta sexta-feira. No último dia 3, um prédio na mesma comunidade desabou matando duas pessoas e deixando outras quatro feridas.

“As equipes da conservação estão escorando o prédio de baixo para cima para aliviar o peso para poder começar a demolição dos últimos andares. O prédio está muito danificado. Então precisamos escorar para segurança de todos”, disse a secretária de Conservação, Anna Laura Secco.

A Subsecretaria de Proteção e Defesa Civil, ligada à Secretaria de Ordem Pública, foi acionada após moradores da Rua Estrela Dalva, nº 185, em Rio das Pedras, terem ouvido estalos no imóvel de quatro pavimentos.

Após a realização de vistoria, os técnicos constataram que o 3° e o 4° andares do prédio têm que ser demolidos, pois causam sobrecarga nos andares inferiores, podendo ocasionar risco de desabamento de toda a estrutura.

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Os agentes da Defesa Civil também interditaram de forma preventiva o prédio de quatro pavimentos que fica ao lado. Não foram constatados danos à estrutura deste imóvel, que tem previsão de liberação após a conclusão do trabalho das equipes nesta sexta-feira.

A Secretaria de Assistência Social está fazendo o cadastramento das famílias impactadas pelas interdições e avaliando suas necessidades.

Vítimas

Na semana passada, um prédio na Rua das Uvas, em Rio das Pedras, desabou matando Natan Gomes, de 30 anos, e a filha, Maitê Gomes Abreu, de 2 anos e 8 meses de idade. A esposa de Gomes, Kiara Abreu, de 26 anos, foi retirada dos escombros e permanece hospitalizada. Outras três vítimas também foram retiradas com vida dos escombros.

A Polícia Civil montou uma força-tarefa para investigar o caso, integrada pelas delegacias distritais e especializadas 16ª DP (Barra da Tijuca), 32ª DP (Taquara), Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA) e Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco).

A corporação informou que o dono do imóvel já foi identificado, localizado e levado a prestar depoimento. O imóvel foi construído entre 2006 a 2014 por Genivan Gomes, pai de Natan, e tinha situação irregular.

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Edição: Maria Claudia

Fonte: EBC Geral

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Polícia Federal combate comércio ilegal de cigarros no estado do Rio

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A Polícia Federal (PF) e o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) cumprem hoje (24) mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão contra acusados de envolvimento com um grupo criminoso que atua na comercialização ilegal de cigarros no estado.

Os mandados da operação Fumus, expedidos pela 1ª Vara Criminal Especializada da capital, estão sendo cumpridos na cidade do Rio de Janeiro, na Baixada Fluminense e em Campos dos Goytacazes, no norte do estado.

De acordo com o MPRJ, 40 pessoas foram denunciadas, entre elas seis policiais militares por participação no esquema, que obrigava comerciantes de cigarro em sua área de influência a vender exclusivamente produtos de uma marca específica.

Além disso, as vítimas eram obrigadas a vender os cigarros nas condições impostas pelo grupo criminoso, observando um tabelamento de preço.

A empresa de cigarros é sediada em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, e, de acordo com o MPRJ, tem relação estreita com o grupo criminoso.

O esquema abrangia o uso de “fiscais” e “seguranças”, que apreendiam cigarros de outras marcas e ameaçavam os comerciantes, com ajuda de quadrilhas locais, como milícias e grupos especializados no tráfico de drogas.

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O MPRJ estima que a organização criminosa faturou R$ 45 milhões de 2019 até hoje.

De acordo com a PF, os alvos da ação são investigados por organização criminosa e outros crimes como extorsão, roubo, corrupção, lavagem de dinheiro e delitos tributários.

Edição: Kleber Sampaio

Fonte: EBC Geral

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