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Rio divulga vacinação para profissionais de saúde com mais de 50 anos

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Após anunciar que vai ampliar a campanha de vacinação da covid-19 para grupos com menos de 60 anos, o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, divulgou na tarde de hoje (30) o calendário de imunização para profissionais de saúde que tenham de 50 a 59 anos. A vacinação começa no dia 5 de abril para quem tem 59 anos.

“Neste mês de abril também vamos avançar na vacinação dos profissionais de saúde. Os maiores de 50 anos poderão se vacinar na sua unidade de referência conforme calendário. Os demais vacinarão nas unidades em que trabalham”, escreveu Paes no Twitter.

Calendário Vacinação RJ Calendário Vacinação RJ

Calendário Vacinação RJ – Divulgação/Prefeitura do Rio de Janeiro

Mais cedo, o prefeito disse que após a vacinação terminar para quem tem mais de 60 anos, a campanha de imunização vai contemplar pessoas com comorbidades, profissionais da saúde com faixa etária mais baixa, professores e agentes da área de segurança e da limpeza pública.

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Pelo atual calendário, pessoas com mais de 60 anos serão vacinadas até o dia 24 de abril na capital fluminense.

Calendário único

O governador em exercício do Rio, Cláudio Castro, anunciou, nesta terça-feira (30), a criação de um Calendário Único de Vacinação contra a Covid-19. O objetivo é garantir a uniformidade na imunização em todas as regiões do estado e a prioridade da população de maior risco.

De acordo com o decreto publicado hoje, profissionais da área de segurança e salvamento passam a fazer parte do grupo prioritário e serão imunizados a partir do dia 12 de abril. Os 324 mil profissionais da área da saúde que ainda não foram vacinados receberão a primeira dose a partir do dia 5 de abril.

Já os profissionais da área de educação também estão no grupo prioritário e devem começar a ser imunizados na segunda quinzena de abril.

O decreto prevê ainda que idosos com 60 anos ou mais recebam a primeira dose até o dia 17 de abril.

Edição: Lílian Beraldo

Fonte: EBC Saúde
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Estado do Rio melhora índices epidemiológicos da covid-19

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A situação da pandemia de covid-19 regrediu no Estado do Rio de Janeiro, que deixa a Bandeira Roxa (risco muito alto de disseminação) e entra na Bandeira Vermelha (risco alto), o que aponta para uma melhora nos parâmetros epidemiológicos. É o que mostra a 26ª edição do Mapa de Risco da Covid-19, divulgada nesta sexta-feira, (16) pela Secretaria de Estado de Saúde.

Esse movimento é percebido na região serrana. As regiões do Médio Paraíba, Centro-Sul, Baixada Litorânea, Noroeste, Norte, Baía de Ilha Grande e região metropolitana II (inclui sete municípios: Itaboraí, Maricá, Niterói, Rio Bonito, São Gonçalo, Silva Jardim e Tanguá), permanecem com Bandeira Vermelha.  A região metropolitana I, que tem a capital e os municípios da Baixada Fluminense, é a única do estado que permanece com Bandeira Roxa, que indica risco muito alto de contrair a doença. A análise compara a semana epidemiológica 13 (28 de março a 4 de abril) com a 11 (14 de março a 21 de março) de 2021.

Cada bandeira representa um nível de risco e um conjunto de recomendações de isolamento social, que variam entre as cores roxa (risco muito alto), vermelha (risco alto), laranja (risco moderado), amarela (risco baixo) e verde (risco muito baixo).  

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Aumento de óbitos

O Estado do Rio de Janeiro apresentou aumento de 38% no número de óbitos e uma redução de 13% nos casos de internações por síndrome respiratória aguda grave (SRAG)  na comparação entre as semanas epidemiológicas analisadas. 

As taxas de ocupação de leitos no estado, nesta sexta-feira (16), estão em 69,6% para leitos de enfermaria e 88% para UTI. Os resultados apurados para os indicadores apresentados devem auxiliar a tomada de decisão, além de informar a necessidade de adoção de medidas restritivas, conforme o nível de risco de cada região.

Redução de mortes entre idosos

Entre janeiro e março deste ano, as internações e os óbitos de idosos acima de 80 anos diminuíram. Segundo o levantamento da Subsecretaria de Vigilância em Saúde (SVS), as reduções relativas ao período chegam a 49% nas internações e a 44% nos óbitos decorrentes de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) de pacientes acima de 90 anos. Já em relação a idosos com mais de 80 anos, as quedas são de 22% para mortes e 33% para hospitalização. A comparação foi feita entre os meses de janeiro e março, considerando as semanas epidemiológicas 01 a 04 (3 a 30 de janeiro), e 9 a 12 (28 de fevereiro a 27 de março). A principal hipótese é que o início da vacinação para essa faixa etária tenha causado a redução.

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Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Saúde

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