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Quem reduzir consumo de energia terá bônus na conta, diz secretário

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O Brasil passa pela pior seca dos últimos 91 anos, e esta escassez hídrica tem levado o país a outro problema: a diminuição da geração de energia elétrica. Para sanar esse problema o governo está buscando alternativas como o acionamento de usinas termelétricas, a importação de energia de países vizinhos, medidas para possibilitar um maior armazenamento de energia nos reservatórios e a criação de um bônus para quem economizar energia.

De acordo com o Secretário de Energia Elétrica do Ministério de Minas e Energia, Christiano Vieira, entrevistado do programa A Voz do Brasil desta quinta-feira (9), o bônus será destinado a quem economizar no mínimo 10% de energia entre os meses de setembro e dezembro, se comparado ao mesmo período do ano passado.

Por exemplo uma família que tinha média de consumo de 100 quilowatt/hora (kWh) nos meses de setembro, outubro, novembro e dezembro de 2020 deverá economizar, no mínimo, 40 kWh entre setembro e dezembro desse ano para fazer jus ao desconto, que será de R$0,50 para cada quilowatt/hora. Segundo Viera a distribuidora informará na tarifa a meta de redução de cada família.

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O programa é válido para todos os consumidores regulares, sejam eles pessoas físicas ou empresas.

Bandeira escassez hídrica

O Secretário de Energia Elétrica do Ministério de Minas e Energia também falou sobre a nova bandeira tarifária que ficará em vigor até abril de 2022. Com custo de R$ 14,22 para cada 100 kWh a bandeira escassez hídrica tem o objetivo de arrecadar recursos para garantir o financiamento de toda a oferta que está sendo feita nesse contexto de crise hídrica, disse o secretário. Viera garantiu que as 12 milhões de famílias que são beneficiárias do programa Tarifa Social não terão de pagar essa bandeira.

Conscientização

O secretário também falou sobre  a campanha do ministério que visa conscientizar os brasileiros acerca da economia de energia, com medidas simples como desligar luzes e ar-condicionado quando o ambiente não está sendo usado e tomar banhos mais curtos, por exemplo.

“São medidas simples em termos de hábitos que podem ser adotadas pelos consumidores e quando a gente olha milhões de famílias todas imbuídas e fazendo esses pequenos cuidados você tem um impacto significativo”, concluiu.

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Assista na íntegra o programa A Voz do Brasil.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Geral

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Prefeitura demole 20 imóveis irregulares no Rio de Janeiro

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Uma força-tarefa composta pela Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop) e pelo Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro fez na manhã de hoje (26) uma operação de demolição de construções irregulares na zona oeste da capital.

O local fica na região do Terreirão, no Recreio dos Bandeirantes, com 20 imóveis comerciais irregulares construídos em cerca de 10 mil metros quadrados, na Avenida Gilka Machado. Entre eles, havia academia, mercadinhos, peixaria e uma loja de manutenção de barcos. Também foram constatadas ligações clandestinas de água e de energia elétrica.

De acordo com a prefeitura, as construções não tiveram qualquer liberação ou autorização do poder público e todas já haviam sido notificadas no fim do ano passado. Também participaram da ação a Guarda Municipal, a Secretaria de Conservação, a Comlurb, a Secretaria de Assistência Social, a Light, a Cedae e a Polícia Militar.

O secretário de Ordem Pública, Brenno Carnevale, destacou que a ação integrada trabalha para a preservação da vida das pessoas envolvidas.

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“A Prefeitura do Rio tem como premissa, nas ações de combate às construções irregulares, a preservação da vida das pessoas e a retomada da ordem pública na cidade. A integração com o Ministério Público e com as forças de segurança também permite que a Prefeitura colabore com a Segurança Pública, especialmente com a demolição de construções ilegais erguidas em áreas que sofrem influência do crime organizado”, disse o secretário.

O promotor de Justiça Michel Zoucas disse que esse tipo de operação ajuda a retirar fonte de renda das milícias que atuam na cidade. “O Gaeco/MPRJ tem pleno conhecimento de que a construção irregular de imóveis é uma das maiores fontes de renda da milícia. Ações como a de hoje são de extrema relevância para sufocá-los financeiramente”.

Edição: Fernando Fraga

Fonte: EBC Geral

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