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Projeto institui política de proteção aos direitos da pessoa com fibromialgia

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A Assembleia Legislativa do Piauí recebeu o Projeto de Lei Ordinária 262/21, de autoria do deputado estadual Franzé Silva (PT), que institui no Piauí a Política Estadual de Proteção dos Direitos da Pessoa com Fibromialgia, com o objetivo de promover melhores condições de atendimento público e o incentivo à formação e à capacitação de profissionais especializados no atendimento à pessoa com essa patologia.

A matéria está sendo encaminhada à Comissão de Constituição e Justiça para a designação de um relator. É pretensão do parlamentar chamar a comunidade para a formulação de políticas públicas voltadas para esses pacientes, difundir informações, estimular a pesquisa científica e estimular, também, a inserção da pessoa com fibromialgia no mercado de trabalho com políticas diferenciadas de acordo com cada caso.

Franzé Silva explica que a fibromialgia é definida pela Sociedade Brasileira de Reumatologia – em consonância com o Colégio Americano de Reumatologia – como “síndrome dolorosa crônica, não inflamatória, cuja etiologia é desconhecida, sendo caracterizada por queixas dolorosas musculoesqueléticas difusas, em pontos anatomicamente determinados”.

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Entre os sintomas estão dores no corpo, fadiga, alterações no sono em virtude da apnéia ou insônia, além de gerar problemas cognitivos e alteração da memória, transformando uma simples tarefa de atenção ou concentração em algo difícil de ser realizado. A sua causa é desconhecida, mas está relacionada à diminuição da concentração de serotonina, fazendo com que o cérebro perca a capacidade de regular a dor e associando a transtornos de ansiedade e depressão.

Segundo o parlamentar, o diagnóstico é essencialmente clínico, de acordo com os sintomas informados pelos pacientes durante a consulta médico e o exame clínico, como a identificação dos pontos dolorosos sob pressão. Existe ainda a aplicação de um “Questionário de Impacto de Fibromialgia”, que é um instrumento válido e confiável para medir a capacidade funcional e o estado de saúde de pacientes brasileiros com o sintoma.

“Não existe um exame complementar específico, sendo que o diagnóstico resulta dos sintomas e sinais reconhecidos nos pacientes, bem como da exclusão de doenças que apresentem um quadro parecido e possam simular fibromialgia. Também não há cura, sendo o tratamento parte fundamental para evitar a progessão da doença que, mesmo não sendo fatal, implica severas restrições aos pacientes”, diz ele.

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O tratamento é feito principalmente com antidepressivos e os neuromodulares, sendo que o uso de analgésicos e anti-inflamatórios devem ser restritos. A fibromialgia atinge em sua grande maioria as mulheres e tem prevalência na faixa etária entre 30 e 60 anos. A proporção dos casos entre homens e mulheres é de 1 homem para cada 20 mulheres.

Durvalino Leal – Edição: Katya D’Angelles

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Escola Cidadão Cidadã vai adotar modelo híbrido na volta às aulas

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Atenta ao crescimento do número de infectados pela Covid-19 e pela variante H3N2 do vírus Influenza no mês de janeiro, a Escola Cidadão Cidadã decidiu que o início das aulas, na próxima segunda-feira (24), adotará o modelo híbrido. A adesão à medida segue uma nota técnica publicada no começo de janeiro pela Secretaria de Saúde do Estado do Piauí (Sesapi) e atende à preocupação de alguns pais com o momento de ascensão dos casos de virose em Teresina.

A decisão acompanha o momento da campanha de vacinação no estado. Alunos com idade igual ou maior a 12 anos só poderão assistir às aulas presencialmente apresentando cartão de vacinação Covid-19 atualizado. Para os com menos de 12 anos, a comprovação da vacina ainda não será obrigatória, mas a escola seguirá o protocolo sanitário que limita o número de alunos nas salas. Professores, pais, responsáveis e demais trabalhadores também serão obrigados a mostrar o comprovante de vacinação com pelo menos duas doses.

Para os alunos vacinados que tenham a partir de 12 anos e para os estudantes com menos de 12 anos, a escolha por assistir às aulas presencialmente ou online, neste primeiro momento, ficará a critério dos pais. Apenas as avaliações serão realizadas, obrigatoriamente, no formato presencial.

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Medidas de proteção como uso obrigatório de máscaras, incentivo à constante higienização das mãos e manutenção de ambientes com ventilação natural continuarão sendo adotadas para seguir a nota técnica da Sesapi e proteger a comunidade escolar. A limpeza dos ambientes e o controle dos casos de Covid-19 entre estudantes também serão mantidos.

Confira o informativo publicado pela Supervisão Pedagógica da Escola Cidadão Cidadã:

“Senhores pais ou responsáveis,
Informamos que devido ao grande número de pessoas infectadas nesse momento pelos vírus Covid-19 e H3N2, nossas aulas irão iníciar dia 24/01/2022, na modalidade híbrida, conforme as observações a seguir:
1 – Para todos os alunos com idade igual ou superior a 12 anos será obrigatória a apresentação do cartão de vacinação Covid-19 atualizado;
2 – Não haverá rodízio e nem grupos, ficando a critério das famílias assistir às aulas presenciais ou online;
3 – Todas as provas serão aplicadas presenciais;
4 – O uniforme é obrigatório a partir do primeiro dia de aula.
5 – O acesso à escola para pais e responsáveis somente com a apresentação do cartão de vacinação Covid-19.

Atenciosamente, 

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