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Intenção de voto em Dilma sobe, mas Lula ainda ganharia no primeiro turno

Edição e postagem: Denison Duarte, em 10-08-2013 18:56 | Última modificação: 10-08-2013 19:05
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A presidente Dilma Rousseff recuperou parte da intenção de voto e da popularidade afetada pela onda de protestos realizados em todo o País, mas não a ponto de ser eleita no primeiro turno da eleição presidencial de 2014, informa uma pesquisa do Datafolha divulgada neste sábado (10).

O único nome testado na pesquisa capaz de se eleger no primeiro turno é o do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que recebeu 51% das intenções de voto.

A pesquisa, publicada no site do jornal Folha de São Paulo, mostra que Dilma detém 35% das intenções de voto, depois de uma queda para 30% no final de junho.

Se a eleição presidencial fosse hoje, a presidente disputaria o segundo turno com a ex-senadora Marina Silva, beneficiada por um aumento de 23% para 26% das intenções de voto. Marina tenta contruir seu próprio partido, a Rede Sustentabilidade.

Realizada entre os dias 7 e 9 deste mês, a pesquisa contou com 2.615 entrevistas. Brancos, nulos, nenhum ou indecisos somam 18% das respostas.

O tucano Aécio Neves perdeu 4 pontos percentuais nas intenções de voto, de 17% para 13%, desempenho semelhante ao de seu colega do PSDB, José Serra, testado pela primeira vez na pesquisa.

Eduardo Campos (PSB) variou de 7% para 8% por cento das intenções de voto.

POPULARIDADE

A mesma pesquisa mostrou que a popularidade de Dilma Rousseff teve uma ligeira recuperação desde o final de junho, quando o país vivia uma onda de manifestações.

A pesquisa mostra que 36 por cento dos entrevistados consideram a gestão de Dilma boa ou ótima, contra um percentual de 30 por cento alcançado na sondagem anterior, divulgada no final de junho.

Em março, melhor momento da presidente, o índice chegava a 65%.

A aprovação é maior entre os que ganham até dois salários mínimos (41%), e tem o menor índice entre os que ganham mais de dez salários (29%).

O grupo que avalia a administração de Dilma como ruim ou péssima somou 22%, ante 25% na avaliação anterior do Datafolha. Aqueles que consideram sua gestão regular representaram 42%, avanço de um ponto percentual ante a última amostra.

O desempenho do governo Dilma na área econômica também foi mais bem avaliada, com aprovação subindo de 27 para 30%.

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