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Aliado de Aécio associa PT à Papuda e Barbosa a “ícone”

Edição e postagem: Leomar Duarte, em 14-10-2014 15:06 | Última modificação: 14-10-2014 15:06
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O ato de apoio ao presidenciável Aécio Neves (PSDB), nesta segunda-feira, em Curitiba, virou um grande ato de repúdio ao PT e à presidente Dilma Rousseff, adversária do tucano no segundo turno da campanha presidencial. Partidário de Aécio, o senador reeleito Alvaro Dias lembrou o escândalo do mensalão, pelo qual petistas e parlamentares da base aliada ao PT no governo Lula foram condenados e, alguns, presos, e expressou “homenagem e gratidão” ao ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, que se aposentou este ano.

O evento aconteceu na Expo Unimed, na capital paranaense, e reuniu políticos do PSDB e aliados, além de representantes de segmentos e setores da sociedade, como agropecuaristas, médicos, representantes da União Geral dos Trabalhadores (UGT) e simpatizantes do tucano.

“O PT afogou as esperanças do povo brasileiro consagrando a incompetência administrativa e rasgando a bandeira da ética, que jogou na lata lixo, e instalou a sede do governo no Palácio do Planalto e assume sede na Penitenciária da Papuda”, atacou Dias, referindo-se ao complexo penitenciário do Distrito Federal para onde, após a condenação no escândalo do mensalão, haviam sido levados o ex-ministro-chefe da Casa Civil, José Dirceu, o ex-presidente nacional do PT, José Genoino, e o ex-tesoureiro do partido, Delúbio Soares.

O senador, reeleito com quase 80% dos votos pata um novo mandato de oito anos, ainda pediu aos presentes uma “manifestação de gratidão a duas figuras do poder Judiciário”. “Nossa gratidão e homenagem ao ícone Joaquim Barbosa, que, com sua coragem, mandou para a Papuda os mensaleiros da República, e a outro ícone: o juiz paranaense Sérgio Moro, que está destruindo esse castelo de corrução instalado na Petrobras”, disse Dias, referindo-se ao magistrado da Justiça Federal responsável pelas investigações do pagamento de propina na estatal.

“Não queremos o futuro de Cuba ou da Venezuela”

Presidente da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep), o agropecuarista Ágide Meneguette leu um manifesto de apoio à candidatura tucana e justificou: “Nossas opções precisam e devem ser declaradas. Estamos em um momento de escolha do futuro que queremos – e não queremos o futuro de Cuba ou da Venezuela”, afirmou o dirigente, para quem a ação do governo Dilma foi bastante “intervencionista”. “Quando o governo põe regras para tudo, o resultado é bizarro”, constatou.

Fonte:Terra

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