AMARANTE

GERAL

Polícia Federal faz operação contra tráfico de drogas em cinco estados

Avatar

Publicado em

GERAL


A Polícia Federal (PF) deflagrou hoje (28) a Operação Criptonita, com o objetivo de investigar traficantes de drogas vindas da Bolívia. Segundo os investigadores, 31 mandados judiciais expedidos pela 3ª Vara Federal da Seção Judiciária em Rondônia estão sendo cumpridos em Rondônia, Mato Grosso, Bahia, Espírito Santo e Paraná.

Entre os mandados há 11 de prisão preventiva e 20 de busca e apreensão. De acordo com a PF, as investigações tiveram início em fevereiro de 2019 “com a finalidade de identificar a participação dos integrantes da organização criminosa sediada na região de Ariquemes (RO), com cadeia de comando devidamente dividida e estruturada, voltada para a prática do tráfico de drogas oriundas da Bolívia e remessa ao estado do Espírito Santo”.

Ao longo das investigações, a polícia constatou que integrantes desse grupo recebiam cocaína de fornecedores bolivianos e, na sequência, encaminhavam a droga para o Espírito Santo, escondida em caminhões e automóveis.

No Espírito Santo, foi identificado que o núcleo que recebia a droga adquiria também maconha vinda do Paraguai por meio de rodovias paranaenses. “Diante dos fatos apurados, foi possível frustrar quatro remessas de droga dentre cloridrato de cocaína e maconha, totalizando cerca de uma tonelada de substâncias ilícitas apreendidas em flagrantes realizados nas cidades de Rosário d’Oeste (MT), Vilhena (RO), Cachoeiro do Itapemirim (ES) e Mimoso do Sul (ES)”, informou a Polícia Federal.

Leia Também:  Sobe para 37 o número de mortos em acidente de trem no Canadá

Acrescentou que os presos serão encaminhados para presídios estaduais, podendo responder pelos crimes de tráfico internacional de drogas, associação para o tráfico e lavagem de dinheiro, cujas penas somadas podem chegar a 35 anos de prisão.

Edição: Kleber Sampaio

Fonte: EBC Geral

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

GERAL

Polícia apreende adolescente que ameaçava ataque a escola em Cabo Frio

Avatar

Publicados

em


Policiais da Delegacia de Cabo Frio apreenderam um adolescente de 15 anos de idade, que ameaçava pelas redes sociais um ataque a uma escola particular na cidade da Região dos Lagos. A descoberta da ação foi possível graças ao Laboratório de Operações Cibernéticas da Secretaria de Operações Integradas (Seopi) do Ministério da Justiça e Segurança Pública, que identificou que as ameaças partiam da cidade de Cabo Frio.  

Com as informações repassadas pela equipe do ministério, a Polícia Civil do Rio de Janeiro conseguiu identificar e apreender o adolescente suspeito, que teria divulgado a ação em suas redes sociais. 

De acordo com o ministro da Justiça, Anderson Torres, “a tecnologia se torna cada vez mais fundamental para a resolução de crimes. Neste caso, a ação rápida e conjunta entre o Ministério da Justiça e Segurança Pública e a Polícia Civil do Rio evitou uma tragédia. Esse é o nosso compromisso com a sociedade”.

A ação ocorreria dois dias depois do ataque a uma creche na cidade de Saudades, em Santa Catarina, que deixou cinco mortos, sendo três bebês, uma professora e uma auxiliar.  

Segundo o delegado da Polícia Civil de Cabo Frio Carlos Eduardo Almeida, “no dia [5], por volta das 22h, recebemos informações do Ministério da Justiça e Segurança Pública e montamos uma operação para esta manhã. As equipes foram até o local apontado nessas informações. Fomos recebidos pela mãe do adolescente. Na busca, conseguimos encontrar todo o material que estava sendo postado pelo adolescente em uma plataforma de rede social”.

Leia Também:  Primeiros testes com plasma sanguíneo começam a ser feitos no tratamento de coronavírus

Mensagens

Em uma das mensagens postadas, o menor apreendido dizia ter começado a planejar o ataque no dia 4 de maio e iria realizar o ato dois dias depois, ou seja, na quinta-feira (6). A intenção seria atacar na hora do recreio, no mesmo horário do massacre em Realengo. O internauta afirmou que mataria um professor e dois funcionários da escola, além de alunos. Uma arma branca e coquetéis molotov seriam usados na ação.

O massacre em Realengo, zona oeste do Rio, ocorreu no dia 7 de abril de 2011, por volta das 8h30, na Escola Municipal Tasso da Silveira, no bairro de Realengo. Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos de idade, invadiu a escola armado com dois revólveres e começou a disparar contra os alunos presentes, matando 12 deles, com idade entre 13 e 15 anos, e deixou mais de 22 feridos. O assassino foi interceptado por policiais, mas cometeu suicídio antes de ser detido.

Na residência do suspeito foram encontrados materiais para fabricação de coquetel molotov, desenhos que simulavam a ação contra a escola, além de outros artefatos. O perfil que o usuário utilizava nas redes sociais tinha a imagem de Wellington Menezes de Oliveira, autor do massacre de Realengo. 

Leia Também:  Salles: governo dobra recursos para combater desmatamento na Amazônia

O delegado Carlos Eduardo informou que “o adolescente foi ouvido, em companhia dos pais e com toda a tranquilidade, e disse que realmente ia perpetrar essa ação”.

O coordenador do Laboratório de Operações Cibernéticas do Ministério da Justiça, Alessandro Barreto, disse que “cada vez mais a tecnologia é empregada para a prática de crimes. Tecnologias ofertadas com fins lícitos são empregadas de forma criminosa. A apreensão do adolescente, após a publicação de ameaças de ataques em redes sociais a uma escola na cidade de Cabo Frio, no Rio de Janeiro, demonstra uma ação oportuna da Polícia Civil do Rio de Janeiro e do Ministério da Justiça e Segurança Pública para reprimir crimes praticados na internet com reflexos no meio físico”.

Edição: Fernando Fraga

Fonte: EBC Geral

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CIDADES

PIAUÍ

POLÍCIA

POLÍTICA

MAIS LIDAS DA SEMANA