AMARANTE

GERAL

Polícia Federal deflagra operação Segurança Legal no Rio

Publicado em

GERAL


A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã de hoje (11) a operação Segurança Legal, para apurar suspeitas de irregularidades na prestação de serviços de segurança privada no Aeroporto Internacional Tom Jobim/Galeão.

De acordo com as informações da PF, uma empresa privada contratada pelo Consórcio RioGaleão, responsável pelo terminal, estaria usando pessoas não autorizadas pela Polícia Federal nas funções de vigilante, com uso irregular de armamento e de uniformes em desacordo com as normas legais.

“Outras irregularidades na prestação dos serviços de segurança aeroportuária também são objeto das investigações”, informou a PF.

Em nota, o Consórcio RioGaleão informou que os procedimentos de contratação de empresas terceirizadas “cumprem rigorosamente todos os processos legais” e que a concessionária “exige que os prestadores de serviços exerçam suas atividades conforme a legislação vigente no país”.

“O RIOgaleão ressalta que está à disposição das autoridades e dará apoio irrestrito às investigações”, conclui a nota.

Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Geral

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Comitê flagra festas clandestinas na capital e Grande São Paulo
Propaganda

GERAL

Polícia Federal combate comércio ilegal de cigarros no estado do Rio

Publicados

em


A Polícia Federal (PF) e o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) cumprem hoje (24) mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão contra acusados de envolvimento com um grupo criminoso que atua na comercialização ilegal de cigarros no estado.

Os mandados da operação Fumus, expedidos pela 1ª Vara Criminal Especializada da capital, estão sendo cumpridos na cidade do Rio de Janeiro, na Baixada Fluminense e em Campos dos Goytacazes, no norte do estado.

De acordo com o MPRJ, 40 pessoas foram denunciadas, entre elas seis policiais militares por participação no esquema, que obrigava comerciantes de cigarro em sua área de influência a vender exclusivamente produtos de uma marca específica.

Além disso, as vítimas eram obrigadas a vender os cigarros nas condições impostas pelo grupo criminoso, observando um tabelamento de preço.

A empresa de cigarros é sediada em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, e, de acordo com o MPRJ, tem relação estreita com o grupo criminoso.

O esquema abrangia o uso de “fiscais” e “seguranças”, que apreendiam cigarros de outras marcas e ameaçavam os comerciantes, com ajuda de quadrilhas locais, como milícias e grupos especializados no tráfico de drogas.

Leia Também:  Explosão de gás destrói restaurante em Belém

O MPRJ estima que a organização criminosa faturou R$ 45 milhões de 2019 até hoje.

De acordo com a PF, os alvos da ação são investigados por organização criminosa e outros crimes como extorsão, roubo, corrupção, lavagem de dinheiro e delitos tributários.

Edição: Kleber Sampaio

Fonte: EBC Geral

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CIDADES

PIAUÍ

POLÍCIA

POLÍTICA

MAIS LIDAS DA SEMANA