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23 de Janeiro de 2018

Piauiense deixa o cargo e Marcos Holanda é confirmado presidente do Banco do Nordeste


Hospital de Olhos

Acabou a novela. Depois de semanas de especulações, marchas e contramarchas, o Diário Oficial da União(D.O.U) publicou em sua edição de hoje,04, nos Atos do Poder Executivo a exoneração do piauiense Nélson Antônio de Sousa da Presidência do Banco do Nordeste do Brasil e a consequente nomeação do cearense Marcos Costa Holanda para substituí-lo. A nomeação foi publicada hoje mas foi assinada pela Presidenta Dilma Rousseff e pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy, ainda na quarta-feira, 30 de abril de 2015.

A indicação do economista Marcos Holanda é uma vitória pessoal do líder do PMDB no Senado, senador Eunício Oliveira(PMDB-CE). O Banco do Nordeste, que se transformou junto com a Codevasf como as maiores empresas públicas com atuação no Nordeste com caráter voltado ao desenvolvimento, volta ao comando dos cearenses. Tradicionalmente, pela sede estar no Ceará, o banco costuma ser controlado por um cearense, enquanto as diretorias são indicadas por lideranças nordestinas de outros estados. Após a crise que atingiu o banco em 2011/2012, o banco chegou a ser comandado por um catarinense, algo inédito, e depois ficou sob o comando do piauiense Nélson de Souza, que é funcionário de carreira da Caixa Econômica Federal(CEF) e tinha sido diretor de Administração daquele banco. Nélson de Souza estava efetivado no BNB desde 1º de julho de 2014, depois de assumir o comando do banco em substituição ao catarinense Ary Joel Lazarin. Ele chegou ao BNB em abril de 2012 para atuar como Diretor de Administração e Tecnologia da Informação.

No último dia 23 de abril, o coordenador da Bancada do Nordeste, deputado Júlio César(PSD-PI), encaminhou na Vice Presidência da República – o Vice Presidente Michel Temer(PMDB) é o coordenador político do Planalto ao acumular o comando de fato da Secretaria de Relações Institucionais(SRI) – um pedido formal de manutenção de Nélson Antônio de Souza no comando do BNB. Seis governadores, três lideres partidários, seis senadores e o próprio coordenador Júlio César queriam a manutenção do piauiense. Três governadores não apoiaram a iniciativa, os peemedebistas Jackson Barreto(SE), Renan Filho(AL) e o socialista Paulo Câmara(PE).

Fonte: PBagora

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