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23 de Janeiro de 2018

Problemas de energia afetam mais de 40 mil consumidores em 16 municípios do Piauí


Hospital de Olhos

Depois de passar mais de 100 horas sem energia durante todo o ano passado, os moradores da cidade de São Pedro do Piauí, a 107 km ao Sul do Piauí, denunciam que nada mudo em 2015 e que com a oscilação de energia os eletrodomésticos queimam com frequência. Em 2014 o brasileiro ficou em média 17 horas sem luz e os moradores da cidade piauiense ficaram quase seis vezes mais.

Cansada de sentir na pele e no bolso com a má prestação de serviço da Eletrobrás, a comerciante Erivane Bispo foi obrigada a fazer um empréstimo de R$ 25 mil para comprar um gerador. “Eu vejo isso como um desrespeito com o consumidor, pois pagamos um valor muito alto para um serviço precário”, disse.

Quem não pode comprar um gerador fica na vontade. Em uma escola municipal os ares-condicionados não conseguem funcionar numa parte do dia e muitos equipamentos do laboratório de informática queimaram por causa dos problemas no fornecimento.

“Os estabilizadores, equipamentos ligados nos computadores, são os que mais queimam n a escola. Os técnicos dizem que o problema é na fonte dos computadores por conta da oscilação na energia”, contou Elias Araújo, diretor da escola.

A situação é uma realidade que afeta também quase 42 mil consumidores de 16 municípios do Piauí, todos abastecido pela subestação que fica localizada em São Pedro do Piauí. Água Branca é uma das cidades que dependem da subestação e as reclamações são muitos.

“O prejuízo existe, mas as soluções para o problema não. A gente tem prejuízo com as oscilações de energia e as vezes temos que fechar os estabelecimentos porque com a falta de energia não temos o que fazer”, relatou o comerciante Antônio José do Nascimento.

Fonte: G1

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