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Piauí é o 2º do Nordeste e o 7º do país na geração de empregos

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O ano de 2021 começou com saldo positivo na geração de empregos formais no Piauí. Mesmo com a pandemia e as dificuldades econômicas impostas pela crise sanitária mundial, o Piauí conseguiu ficar entre os 10 estados brasileiros que mais geraram novas vagas no mercado formal, em janeiro de 2021, de acordo com os dados do Cadastro Nacional de Empregados e Desempregados (Caged). O Governo do Estado comemora os resultados, que refletem investimentos feitos para incentivar a economia e minimizar os efeitos da crise, especialmente com as ações do PRO Piauí.

Se for levado em conta os dados nacionais, o Piauí ocupa a sétima colocação entre os estados brasileiros que mais criaram vagas em janeiro. O primeiro lugar é do Mato Grosso. Já no cenário regional, o destaque é ainda maior: apenas o Rio Grande do Norte conseguiu ter saldo melhor que o Piauí, que ficou em segundo lugar no Nordeste.

De acordo com os dados do Caged, o Piauí registrou a abertura de mais de 2 mil postos de trabalho e a demissão de pouco mais de 400 pessoas no primeiro mês do ano. Isso resultou em um saldo positivo de 1.624 novos postos de trabalho ocupados. É o melhor desempenho mensal do estado, desde outubro do ano passado, e representa um incremento também quando comparado a janeiro de 2020, quando o Piauí registrou um saldo de apenas 18 novas vagas de trabalho criadas.

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O setor da construção civil foi o que ficou melhor colocado no saldo entre demissões e admissões, com variação positiva de mais de 600 novos empregos formais. Em seguida, vêm os setores do comércio, serviços e indústria, respectivamente. Apenas o setor da agropecuária teve saldo negativo no Piauí, com o número de desligamentos superior ao de admissões no último mês de janeiro.

PRO Piauí incentiva emprego e renda com obras em andamento

O Governo do Estado atribui esse resultado positivo do Piauí, no primeiro mês de 2021, às ações e investimentos que vêm sendo implementados desde o ano passado, a fim de minimizar os efeitos da crise econômica.  O PRO Piauí é a principal estratégia, já que vem executando um conjunto de obras integradas de vários órgãos estaduais, para garantir investimentos nas mais diversas áreas, ajudando a gerar emprego e fazer a renda circular de Norte a Sul do Piauí.

O trabalho é coordenado pelo secretário de Estado da Fazenda, Rafael Fonteles. Somente o PRO Piauí Rodovias, por exemplo, pretende recuperar mais de 6 mil km de malha viária estadual até o fim do ano, nos 12 territórios do Piauí, garantindo investimentos de mais de R$ 780 milhões e melhorando as condições de vida em várias cidades piauienses.

Obra de asfaltamento na rodovia de Pavussu-PI

Fonte: Governo PI

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Representantes do MPPI participam de workshops do CNJ sobre Primeira Infância

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A coordenadora do Centro de Apoio Operacional de Defesa da Infância e Juventude (CAODIJ), Sílvia Reis, e a promotora de Justiça Joselisse Nunes de Carvalho, titular da 45ª PJ, participaram de workshops do Seminário do Pacto Nacional Pela Primeira Infância – Região Nordeste, organizado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Durante solenidade de abertura, o MPPI realizou a adesão ao Pacto Nacional pela Primeira Infância.

Ocorrido na quinta e sexta-feira, dias 15 e 16, o evento é uma ação integrante do projeto “Justiça Começa na Infância: fortalecendo a atuação do sistema de justiça na promoção de direitos para o desenvolvimento humano integral” que busca conhecer a realidade dos estados da Região Nordeste e aperfeiçoar o diálogo entre os operadores do direito, as equipes técnicas e os demais profissionais da rede sobre a importância do Marco Legal da Primeira Infância, fomentando a implementação da prioridade absoluta prevista no artigo 227 da Constituição Federal.

(Promotora de Justiça Joselisse Nunes de Carvalho durante apresentação)

No 1º dia de evento, a promotora de Justiça Joselisse Nunes de Carvalho apresentou experiências acerca do fluxograma que orienta o atendimento às crianças e adolescentes em situação de trabalho infantil e de rua, assim como garantir a efetiva proteção de direitos. A exposição ocorreu durante o workshop 2 – prevenção e enfrentamento da violência na primeira infância.

(Coord. do CAODIJ, Sílvia Reis)

Já na sexta-feira, a coordenadora do CAODIJ realizou a moderação do workshop 1, em que foi debatido a garantia do direito à convivência familiar entre filhos e pais privados de liberdade. Participaram como debatedores o juiz auxiliar do Departamento de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e do Sistema de Execução de Medidas Socioeducativas do CNJ, Antônio Carlos Castro Tavares; a pesquisadora do Instituto Brasiliense de Direito Público, Carolina Costa Ferreira; e o psicólogo da Associação Brasileira Terra dos Homens, Raum Batista. Ao final, ocorreu apresentação da campanha #SerfamílianãoéCrime.

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“Hoje é um momento muito importante de troca de conhecimentos, em que podemos efetivamente contribuir para a questão do direito à convivência familiar e para o cumprimento do marco legal da primeira infância. Sabemos do valor da família e como a criança tem esse direito à convivência familiar e comunitária, assim como todos os direitos fundamentais presentes no artigo 227 da Constituição Federal, seja este o direito ao respeito, à liberdade e à dignidade”, pontuou Sílvia Reis durante o momento.

O evento contou com dez workshops temáticos através do canal CNJ no youtube e já se encontram disponíveis.   

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