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PF faz operação para combater tráfico de criança para adoção ilegal

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A Polícia Federal (PF) deflagrou hoje (11), a operação Kinder para reprimir o tráfico internacional de pessoa para adoção ilegal. A ação cumpre mandado de busca e apreensão, expedido pela 4ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, em uma residência no bairro de Anchieta, zona norte da capital fluminense, onde mora a mãe de uma criança recém-nascida traficada.

As investigações começaram no dia 24 de agosto de 2020 e, segundo a PF, indicaram “associação de esforços entre os participantes do esquema criminoso para viabilizar o registro ideologicamente falso de criança recém-nascida, de forma a constar como pai biológico um cidadão angolano, com cidadania portuguesa mas residente na Alemanha”. A PF informou que também foi possível comprovar que a criança deixou o Brasil no dia 11 de fevereiro, quando foi levada para a Alemanha.

Agora, por meio da Cooperação Jurídica Internacional, os policiais federais vão levar o resultado das investigações às autoridades alemães.

Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Geral

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Polícia Federal combate comércio ilegal de cigarros no estado do Rio

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A Polícia Federal (PF) e o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) cumprem hoje (24) mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão contra acusados de envolvimento com um grupo criminoso que atua na comercialização ilegal de cigarros no estado.

Os mandados da operação Fumus, expedidos pela 1ª Vara Criminal Especializada da capital, estão sendo cumpridos na cidade do Rio de Janeiro, na Baixada Fluminense e em Campos dos Goytacazes, no norte do estado.

De acordo com o MPRJ, 40 pessoas foram denunciadas, entre elas seis policiais militares por participação no esquema, que obrigava comerciantes de cigarro em sua área de influência a vender exclusivamente produtos de uma marca específica.

Além disso, as vítimas eram obrigadas a vender os cigarros nas condições impostas pelo grupo criminoso, observando um tabelamento de preço.

A empresa de cigarros é sediada em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, e, de acordo com o MPRJ, tem relação estreita com o grupo criminoso.

O esquema abrangia o uso de “fiscais” e “seguranças”, que apreendiam cigarros de outras marcas e ameaçavam os comerciantes, com ajuda de quadrilhas locais, como milícias e grupos especializados no tráfico de drogas.

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O MPRJ estima que a organização criminosa faturou R$ 45 milhões de 2019 até hoje.

De acordo com a PF, os alvos da ação são investigados por organização criminosa e outros crimes como extorsão, roubo, corrupção, lavagem de dinheiro e delitos tributários.

Edição: Kleber Sampaio

Fonte: EBC Geral

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